Galera invade Maresias Salva Surf

O primeiro final de semana com aulas de surf no ?Maresias Salva Surf? contou com cerca de 45 alunos na praia de Maresias, São Sebastião.

 

As aulas são gratuitas e seguem até o dia 31 de julho, quando termina o evento. Segundo a surfista Thainã César, uma das instrutoras, a expectativa é de que entre 80 e 90 pessoas por dia façam as oficinas.

 

Para participar, basta o interessado preencher uma ficha na barraca montada na arena do Canto do Mar. ?Para os menores de idade, os pais devem assinar termo de compromisso e responsabilidade. Depois é só pegar a lycra?, ressalta Thainã.

 

O instrutor Christiano Aladim destaca que a equipe trabalha com crianças desde os 6 anos até adultos. ?Passamos aulas técnicas e teóricas na areia, trabalhamos também com alongamento e depois vamos para a água, mas sem forçar muito?, explica.

 

Outra atração é o Museu do Surf, localizado na arena montada na praia de Maresias. O pico reúne diversas preciosidades, como o modelo de prancha São Conrado, o primeiro fabricado no Brasil, na década de 60, pelo Coronel Parreira, no Rio de Janeiro. O museu fica aberto ao público até 31 de julho, quando termina o evento, sempre das 10 às 17 horas.

 

Bandas agitam o evento – Cerca de 200 pessoas compareceram aos shows da banda de reggae Walking Lions, na noite do último sábado. Destaque no cenário do reggae, o grupo aborda os problemas do mundo, dos rios e oceanos em suas músicas, ressaltando a importância de cuidar do meio ambiente.

 

Os próximos shows ocorrem na quinta-feira (28/7), com as bandas de punck rock e hardcore, Bambix e Nitrominds. Para conferir qualquer apresentação musical, basta levar um quilo de alimento não-perecível (exceto açúcar e sal) e pagar uma taxa de R$ 10.

 

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.