Fãs de várias partes do Sul e outras regiões do Brasil invadiram Imbituba para acompanhar as disputas do WCT 2006.

 

No entanto, para frustração da galera, o campeonato vem sendo adiado nos últimos quatro dias devido às fracas condições do mar. Para piorar, o tempo fechou e chove na região.

 

Em um camping localizado a 200 metros do campeonato, todos os espaços foram dominados.

 

 ?Cheguei há dois dias e não tive sorte. Só consegui acompanhar a expression session. Quero muito ver a competição, mas estou com receio de não rolar nada até o domingo?, diz preocupado o estudante Rafael Villares, de Joinville (SC).

 

Para passar o tempo o pessoal arrisca os tradicionais jogos de cartas e às vezes até um dominó, mas nada parece suficiente. ?Quero mesmo é ver a ação dentro da água. Mas, o mar não está colaborando, então temos que fazer alguma coisa para matar o tempo?, explica o comerciante Sales Fagundes, de Curitiba (PR).

 

No entanto, para essa turma a maior preocupação é o tempo. ?Minha barraca não é velha. Mas, chuva forte é sinônimo de roubada. Já fiz até algumas canaletas ao redor da barraca para a água escorrer caso role uma pancada muito forte?, conta o precavido Fagundes.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.