FUNAI tenta apoiar Diana Cristina

A paraibana Diana Cristina de Souza, também conhecida como Tina, é a nova sensação do surf paraibano.

 

Diana é índia, da tribo potiguara, e mora em Baía da Traição, cidade formada em sua maioria por índios.

 

Filha de pequenos comerciantes locais, Diana descolou apoio da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e do prefeito de Baía da Traição.

 

A atleta não tem nome de índia e fala português perfeitamente.

 

De acordo com Petrônio Machado Cavalcanti Filho, administrador regional da Funai, desde

que ela venceu um campeonato que reuniu competidoras de todo Brasil, a entidade está tentando ajudá-la.

 

Quem também está dando uma força à Diana é o prefeito da cidade, que geralmente empresta um carro e paga a gasolina para que ela consiga viajar para as competições.

 

Ela está animada com sua primeira viagem de avião, que acontece nesta quarta-feira, com destino ao Rio de Janeiro, onde disputa a a terceira e última etapa do Circuito Petrobras Feminino. As passagens foram conseguidas graças a Secretária de Esporte e Lazer.

 

A surfista começou a pegar onda em 2001, com a prancha de um primo.

 

Agora, com 13 anos, ela já foi campeã paraibana em 2002 e cada vez mais tem se destacado nas competições nacionais.

 

Neste ano, na primeira etapa do Circuito Brasileiro Amador, realizada em Fortaleza, ficou em quinto lugar. Em agosto, venceu a etapa do Circuito Petrobras em Maracaípe, na categoria Mirim e ficou em terceiro lugar na Open.

 

E no último domingo, ela ganhou uma prancha novinha no Circuito Ecológica Mormaii, realizado na praia dos Artistas, em Natal.

 

 

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.