França: a nova meca do big surf

A menos de três semanas da data de encerramento do Billabong XXL Big Wave Awards, concurso de ondas grandes promovido pelo site Surfline, a corrida pelos prêmios – que ultrapassam US$ 60 mil – foi acirrada com a entrada de um monstruoso swell no sul da França, região que começa a ser reconhecida pelo enorme potencial que tem em suportar grandes ondulações.

 

O épico swell foi surfado por um grupo de surfistas locais no último dia 10 de março, na bancada de Belharra, em St. Jean de Luz, região próxima da fronteira entre França e Espanha.

 

A semana da nova “revolução francesa” foi marcada por imagens de ondas com mais de 60 pés, que entraram para a história dos

maiores mares já surfados até hoje no mundo.

 

Outro fator marcante neste episódio foi o fato de o local não ter sido freqüentado no último inverno devido ao derramamento de petróleo com o acidente do navio Prestige, em novembro do ano passado, afetando toda a região costeira entre a França e Espanha.

 

Entre os novos nomes do tow-in na França estão Fred Basse, Sebastian St. Jean e Peyo Lizarazu, todos bastante conhecidos na região como pioneiros da modalidade na Europa, e convidados para o Billabong XXL este ano.

 

Os juizes do concurso não vão anunciar nenhum ganhador antes do término do prazo, no próximo dia 31, mas certamente as ondas

surfadas na costa francesa estarão na briga.

 

Os organizadores do Billabong XXL também anunciaram a realização da festa de encerramento e premiação do evento, no dia 18 de abril, no anfiteatro Grove of Anaheim, em Los Angeles, Califórnia.

 

Na ocasião, com presença dos maiores nomes do surfe mundial, serão relembradas e avaliadas as maiores ondas surfadas na temporada. Os vencedores serão apontados mediante uma avaliação baseada nas fotos inscritas no concurso.

 

Os prêmios em jogo no Billabong XXL incluem a maior onda de tow-in do ano, cujo campeão leva

US$ 60 mil, mais US$ 1 mil por cada pé nas ondas acima de 60 pés, foto da maior onda,

cujo fotógrafo leva US$ 5 mil, maior onda de remada, que fatura mais US$ 5 mil, e mais o mesmo valor pelo prêmio Jay Moriarty, pela melhor performance geral.

 

Na festa também será exibido em primeira mão um trecho inédito do documentário Billabong Odyssey com imagens alucinantes das maiores ondas do último inverno.

 

Para mais informações acesse Billabongxxl.com .

 

 

 

 

 

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.