
De maneira pioneira no país, a Federação Gaúcha de Surf anuncia a partir de 2004 o uso do controle anti-dopagem em alguns eventos oficiais da entidade.
Os circuitos que terão antidoping são: circuito gaúcho Amador, colegial e a etapa gaúcha do brasileiro Amador.
Tanto no gaúcho quanto no colegial, o antidoping será colocado em prática nas últimas etapas do circuito.
Este projeto faz parte do inédita parceria com a Confederação Brasileira de Surf, e os apoios institucionais à todas as competições no Estado do Comitê Olímpico Brasileiro e do Ministério do Esporte.
Segundo Márcio Ramos, presidente da Federação Gaúcha de Surf, o antidoping será implantado em 2004 em caráter educativo e não punitivo, para a partir de 2005 estar implantado em todas as competições no Estado.
O apoio do Ministério do Esporte e do COB só reforçam o trabalho feito no Rio Grande do Sul, que vai encontro ao trabalho da Confederação Brasileira, com objetivo claro de tornar o surf um esporte olímpico”, disse Ramos.
Outras novidades importantes para 2004 serão os formatos das competições. Visando tornar a competição mais dinâmica, o circuito colegial mudará toda estrutura de competição, introduzindo o formato inédito ‘Super Games’, mais dinâmica e empolgante.
A competição passa a ser por equipes. As equipes terão um técnico e estarão uniformizadas na praia. Cada equipe conta com 04 atletas, e as baterias serão de 40 minutos, divididas em dois quartos de 20, com um tempo técnico de três minutos.
Cada atleta do time pode pegar três ondas, somando para a equipe as duas melhores. As equipes terão até capitão, que poderá duplicar sua melhor onda. Ao final do evento, todos os atletas da equipe campeã levam uma réplica olímpica da medalha de ouro. A vice-campeã fica com a de prata e terceira de bronze.
Este formato ainda possibilita futuras transmissões ao vivo de eventos de surf, pois a competição tem todos os ingredientes necessários para competições eletrizantes, envolvendo equipes, torcidas, emoção, paixão e muita estratégia de competição.