Uma das características mais marcantes das competições de surf em Santa Catarina é a presença massiva de mulheres bonitas.

 

No entanto, nem todas são necessariamente nativas.

 

Nesta etapa do WCT em Imbituba, várias meninas vêm de outros lugares para ver de perto os ídolos do esporte.

 

A praia do Rosa é normalmente onde elas se concentram, hospedadas nas inúmeras pousadas da região.

 

Um grupo de quatro amigas veio do Rio de Janeiro especialmente para acompanhar o WCT Brasil 2006.

 

Flávia, 21, Lívia, 20, Luisa, 17, e Diana, 20, não escondem a felicidade de poder conferir ao vivo apresentações dos melhores surfistas do mundo.

 

?Aproveitamos o feriado para assistir de perto este campeonato. Gostamos muito de surf e era uma oportunidade imperdível?, declara Flávia, que apesar de não pegar onda admira o esporte.

 

Já as amigas Paula Moraes, 20, goiana que mora no Rio, e Gabriela Nagel, 18, de Porto Alegre, viajam sempre juntas e já foram mais longe pelo surf.

 

A iniciação de ambas no esporte aconteceu nas ondas do Hawaii, onde surfaram de bodyboard em Rocky point. Juntas conheceram também a Indonésia, outro paraíso dos surfistas, e a Califórnia (EUA).

 

?Gostamos de viajar e o surf é o melhor estímulo para conhecer lugares novos e exóticos. Nosso sonho é conhecer o Tahiti, que além das belezas naturais possui ondas excelentes?, afirma Paula.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)