Snapy Surfboards

Excelência em epóxi

Devido à pausa de alguns campeonatos, os atletas da equipe Snapy Surfboards Willian Cardoso e Matheus Navarro aproveitaram o tempo em casa para testar seus modelos de pranchas epóxicas e produzir material com o fotógrafo Ricardo Alves, que os acompanhou durante praticamente todo o mês de agosto.

Por quase duas semanas, a produção foi ao litoral de São Paulo, onde o jovem Matheus Navarro utilizou as suas pranchas SnapyFlex, novo sistema de fabricação de prancha em bloco de isopor e resina epóxi, o que a torna mais leve e flexível, especialmente para ondas médias e pequenas.

Para ele, o principal diferencial é o peso. “A prancha é extremamente leve, o que facilita muito para manobrar, além de me proporcionar uma velocidade incrível. Também é fácil de mexer, deixando minhas manobras bem rápidas e agressivas”, revela Navarro.

Como a semana deu altas ondas, eles puderam produzir em diversas praias de Ubatuba, sempre buscando novos ângulos, novo cenários e manobras mais inovadoras. Trabalho realizado, hora de voltar para casa.

Na semana seguinte, já em Santa Catarina, ainda restavam alguns dias antes que Willian Cardoso embarcasse para a Espanha para correr a perna europeia do QS, e um bom swell estava previsto.

Ricardo e Willian se encontraram bem cedo no principal local de treino da região, a Praia Brava, em Itajaí. Havia bons tubos, fechando bastante, na verdade, mas um prato cheio para as fazer as fotos na água.

Surfando com a sua prancha do dia-a-dia, a Coreflex – que também é produzida em EPS, só que com longarina -, ele pegou bons  tubos com muita velocidade, estabilidade  e fluidez.

Depois que entrou o vento, foram conferir as esquerdas do Atalaia, em Itajaí, e tinha altas ondas. Junto com o local e também atleta da equipe Rodrigo Cutelo, entraram na água e ficaram por mais de três horas.

Willian surfou muito forte naquelas condições e atribuiu sua performance à qualidade da sua prancha. “É uma prancha que me dá estabilidade e tranquilidade quando estou surfando. Ela  gera velocidade e a leveza necessária para surfar ondas pequenas e médias sempre buscando a parte mais crítica da onda”, explicou um dos surfistas mais “power” do Brasil.

Depois de espancar as ondas perfeitas de Itajaí, ele já estava pronto para partir para a sua missão na Europa, enquanto o fotógrafo Ricardo Alves editava todo o material para produzir esta matéria.

Tantos nos tubos, quanto voando ou nas manobras, sem dúvida as pranchas em epóxi da Snapy Surfboards têm tido performances incríveis na água. As fotos que ilustram esta matéria são o maior exemplo disso.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.