Tayrom da Silva

Estilo faroeste no Peru

No último mês de junho, o local de Garopaba (SC) Tayrom da Silva fez a sua segunda temporada no Peru, onde permaneceu em busca de ondas perfeitas no meio do deserto, sozinho, com o intuito de aprimorar o seu surfe.

Com apenas 15 anos de idade, o garoto foi atras do sonho de surfar ondas perfeitas e registrou bons momentos no norte peruano.

 

600x900

Com apenas 15 anos, Tayrom da Silva partiu solitário para uma trip no Peru. Foto: Arquivo pessoal.

”Há tempos planejava voltar ao Peru. Estive lá em 2012 com meu pai e foram dias alucinantes. Tive total apoio da família quando falei em fazer uma viagem sozinho. Meu pai foi atrás e fez meu sonho acontecer”, revela Tayron.

“Assim embarquei com destino a Talara, deserto peruano. Foram 30 dias de muito surfe, acordando cedo para aproveitar o melhor momento das ondas. Rango de melhor qualidade com a sensação de estar em casa. Fiz amigos e comi muito ceviche. De carro, a 30 minutos da pousada, eu e o fotográfo Darwin, conhecedor dos picos, chegamos ao secret point (que não posso revelar o nome), onde encontramos ondas tubulares, longas e sem nenhum crowd por perto”, relembra.

“Passamos o dia surfando e focando evoluir nos tubos. Fizemos isso por dias, demos muitas risadas e à noite nos reuniámos para ver as imagens registradas durante o dia, com uma paisagem estilo faroeste ao fundo. Foi incrível, espero poder voltar muitas vezes, pois tem muita onda e pouco crowd, além de o custo ser barato”, finaliza.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.