notícia

Erro bizarro

Nesta sexta-feira a Association of Surfing Professionals (ASP) admitiu um erro de cálculo no ranking, que resultou na coroação precoce do norte-americano Kelly Slater como 11 vezes campeão mundial.

Depois de vencer a bateria da terceira fase no WT de San Francisco, a festa começou com Slater sendo carregado até o palanque para receber o troféu de campeão mundial.

Em seu perfil no Twitter, Slater alertou sobre o possível erro após ler o comentário de um internauta no Surfline . “Eu ainda não sou campeão mundial!. Eu ainda tenho que vencer outra bateria”, disse Slater, desculpando-se em seguida por anunciar o erro de cálculo para o público antes de falar com a entidade.

Diretor de eventos da ASP, Renato Hickel justificou o erro no release enviado hoje pela entidade. “Nosso sistema de ranking é desenhado para resolver empates levando em conta a pontuação no ranking. Kelly e Owen (Wright) estavam empatados nos nove melhores dos últimos 11 resultados e o sistema colocou Kelly na frente levando em conta sua pontuação (seeding). Foi um erro de nossa total responsabilidade”, justicou.

Agora, Slater tem que passar mais uma bateria (contra Miguel Pupo e Alejo Muniz no No Losers) para, novamente, ser coroado. “Temos muito mais coisas para nos deixar tristes. Honestamente, essa não é uma delas”, completou ainda o norte-americano, também no Twitter.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)