Erro do sistema

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Irlanda na fita

Documentário revela potencial de ondas da costa irlandesa durante swell de esquerdas descomunais.
Erro bizarro

ASP admite erro de cálculo no ranking e confirma coroação precipitada de Kelly Slater como campeão mundial 2011.
Big riders convocados

Carlos Burle entra na lista principal e Danilo Couto aparece como alternate no Quiksilver in Memory of Eddie Aikau.
SUP Entrevista: Barbara Brazil

Babi recebendo de Walter Cortez o troféu de 1º lugar no Brasileiro de Fortaleza. Foto: SupClub Por Redação SUPCLUB.com.br A baiana Barbara Brazil, mais conhecida como Babi, é uma atleta de Stand Up Paddle que vem se destacando no cenário nacional de SUP Race. Segunda colocada na etapa nacional de Brasília e campeã da etapa nacional de Fortaleza, considerada o “Ironman do SUP”, por conta do alto grau de dificuldade, sendo a única mulher a completar os 12Km, Babi é uma atleta com um temperamento doce que se transforma em uma verdadeira guerreira na hora em que é dada a largada. Tendo como background anos de experiência no paddleboard (modalidade de remada em que o atleta rema deitado ou de joelhos em uma prancha semelhante às de race, porém mais estreita), Bárbara teve seu primeiro contato com o SUP por influência de seus amigos, que a convidaram para uma pescaria, o SUP Fishing. Foi amor à primeira remada, e o SUP Fishing rapidamete passou a fazer parte de seu dia a dia, além de garantir a refeição de casa em alguns dias da semana. Da pescaria para o race foi um pulo, ou melhor uma remada! Conheça um pouco mais sobre essa grande remadora na entrevista que segue. SUP ENTREVISTA – BARBARA BRAZIL Competindo no estadual de SUP, em Salvador. Foto: arquivo pessoal SUPCLUB – Há quanto tempo pratica Stand Up Paddle? Como começou? Alguém em especial te inspirou? Babi – Comecei a remar de SUP em abril deste ano, mas já remava de paddleboard há uns três anos. Em janeiro deste ano fiz uma remada de aventura (Salvador – Morro de São Paulo- 80 km) com mais três amigos. Eram três paddleboards e um SUP, e nessa remada já fiquei curiosa como seria remar em pé numa prancha. Logo em seguida, comecei a pescar com um grupo de amigos, e eles sempre me falavam: “Você tem que remar de Stand Up!”; “remar em pé é melhor, tem mais visibilidade, da pra ver os cardumes!” Enfim, comecei a remar e me apaixonei! Graças aos incentivos dos meus amigos Takito Adachi, Jairo Flores e Gustavo Costa. Mas ainda remo de paddleboard também. SUPCLUB – Como é a cena de Stand Up Paddle na Bahia? Já tem muitos praticantes? E os campeonatos? Babi – A cena aqui ainda é um pouco fraca. Temos poucos praticantes, e mulher, quase nenhuma. Andei incentivando minhas amigas e está funcionando… Agora, temos uma associação, realizamos uma competição em setembro que reuniu 50 atletas em variadas categorias. Isso é sinal de que o SUP está começando a ganhar força por aqui. Teremos uma segunda competição agora em 29 de outubro, um circuito de 12 km, um ensaio para a etapa do brasileiro que será realizada aqui em Salvador e esperamos reunir mais gente ainda. SUPCLUB – Você gosta de surfar Stand Up Paddle também? Quais são as melhores praias da região para pegar onda de SUP? Babi – Gosto de surfar de SUP também, as praias boas aqui pra SUP são: Jaguaribe (apesar do crowd!), Itacimirim, Farol da Barra (quando quebra) e alguns secrets. SUPCLUB – Você foi a única mulher que encarou os 12Km do desafio Kaluanã em Fortaleza ( III Etapa do Campeonato Brasileiro de SUP RACE). Essa etapa foi considerada o “ironman do SUP” e vários atletas desistiram antes dos primeiros seis Km. Conte um pouco de como foi essa prova pra você e qual foi o segredo para completá-la. Babi – Eu já esperava dificuldade, mas só na hora que passei aquele primeiro quebra-mar, senti o vento e a maré, que eu vi que não era brincadeira. Foi uma prova exaustiva, exigiu muito preparo físico e muito equilíbrio. O esforço para deslocar a prancha um metro era imenso, mas a cada metro deslocado eu acreditava que completar seria possível. E assim, vi vários atletas ficando pra trás. Acho que o segredo pra completar foi uma mistura de força, resistência, equilíbrio e garra. Uma coisa que ajudou muito foi saber que depois da penúltima boia, ganharia um delicioso downwind! SUP Fishing para ela não é história de pescador! Foto: Gustavo Costa SUPCLUB – Como é seu treinamento em Salvador? Com que frequência vai pra água? Babi – Eu vou todos os dias pra água. Às cinco da manha já estou remando… mas tem dias que compenso fazendo outras atividades (natação, remada de paddleboard e corrida). SUPCLUB – Pretende correr todas as etapas do campeonato brasileiro ano que vem? Já tem algum patrocínio? Babi – Pretendo correr sim. Dentro das minhas possibilidades, pois estou sem patrocínio, então fica tudo mais difícil e acabo por escolher as etapas mais em conta, isso desestimula um pouco. SUPCLUB – Você é também adepta do “SUP Fishing” (pesca usando uma prancha de SUP para se locomover). Muitos praticantes pescam com o SUP em Salvador? Que equipamento usa para essa modalidade? Babi – Confesso que sou viciada no SUP Fishing! Tem uma turma legal (Takito, Jairo, Gustavo e Cly) aqui em Salvador e costumamos pescar juntos sempre. Quem pega mais peixe leva a bateria! (risos) Grande motivação dos meus treinos, utilizo uma prancha maior que possui os inserts para o suporte da vara de pesca, utilizo iscas artificiais e carretilha. O SUP Fishing rende saúde e garante almoço e janta da família. .jpg”>
Circuito homenageia pioneiros

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1º Waterman Matanzas elege os homens do mar do Chile

Patricio Blaschke, vencedor no SUP Wave. Foto: Philip Muller Por Philip Muller / Tradução SUPCLUB.com.br No último sábado 29 outubro, o Clube de Vela da cidade de Matanzas, Chile, recebeu o primeiro Waterman Matanzas 2011, realizado na Playa de Roca Cuadrada e foi vencido pelo local Martin Rojas . Realizada em um formato inédito, a competição foi apoiada e financiada pelo município de Matanzas e abrangeu quatro modalidades de watersports: surf e stand up paddle (disputados pela manhã); e windsurfe e kitesurfe (disputados no final da tarde, com o vento em seu máximo). As inscrições eram abertas e gratuitas para membros Clube de Vela. Seria eleito vencedor quem obtivesse as melhores médias e figurasse entre os três melhores, em pelo menos três modalidades. Christophe Querry e um dos wipe outs que levantaram a galera. Foto: Philip Muller Com ondas entre dois e quatro metros durante o dia e ventos de 20 a 25 knots, 25 concorrentes entraram na água juntos, em baterias com duração de 1h30, por modalidade. Não havia juízes e os três melhores de cada modalidade seriam eleitos através de fotos tiradas durante todo o evento por três fotógrafos. Na mesma noite, as imagens foram exibidas em uma tela gigante instalada no saguão do Surazo Hotel, em Matanzas, onde as fotos eleitas seriam aquelas que obtivessem o maior número de aplausos de todos os participantes e o público reunido. E assim, por unanimidade, Martin Rojas conquistou o título ao vencer a categoria surfe e windsurfe, a frente de Pato Blaschke, vencedor da categoria SUP wave e segundo na surfe. Também mereceu destaque Gonzalo Ribba, local de Punta Lobos, por ser o único a participar de todas as quatro modalidades. Rob Rojas, vencedor do desafio. Foto: Philip Muller WATERMAN MATANZAS – RESULTADO GERAL 1º Martin Rojas (20 pts) 2º Patricio Blaschke (15 pts) 3º Pablo Berrios (10 pts) 3º Juan Pablo Tagle (10 pts) 5º Felipe Wedeles (8 pts) 6º Christophe Querry (6 pts) 7º Gonzalo Ribba (3 pts) Confira galeria de fotos de Philip Muller com os melhores momentos do evento. Fonte: StandupLatino.com
Kelly não é campeão

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Lançamento reúne a galera

lançamento Get’n Classic filme Vans Galeria River Arpoador Rio de Janeiro RJ novembro 2011 ana paula alves de souza
Vestido para criar

guilherme rosa gauchinho surf art itapema sc santa catarina novembro arte 2011 Manu Scarpa