Amigos de Itamambuca

Entidade aponta degradação

 

Cartaz do “penicaço” contra a poluição de Itamambuca. Foto: Reprodução.

Depois do desagradável fato da bandeira vermelha da CETESB, que tremula desde o início de abril na praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), indicando água imprópria para banho, a Sociedade Amigos de Itamambuca (SAI) vem a público divulgar o Diagnóstico Sanitário-Ambiental da Bacia do Rio Itamambuca.

 

A situação está criando um desconforto geral na população e nos turistas de Ubatuba, que já estão se mobilizando pela causa organizando o “Penicaço” para o próximo domingo (20/04), que deverá ter um impacto bastante positivo.

 

Acreditamos que seja nosso papel também participar mostrando o que tem sido feito (e o que se tem a fazer) nessa verdadeira batalha contra a poluição do rio, pois não é de hoje que temos consciência e alertamos para a grave situação ocupacional irregular na região.

 

Desde as primeiras bandeiras vermelhas hasteadas no Rio Itamambuca há alguns anos, a SAI tem agido junto à comunidade local e ao poder público no combate à poluição do rio e da praia.

 

Dentro do loteamento Itamambuca, a SAI tem a função de aprovar e fiscalizar todas as construções para que estejam de acordo com a legislação e conseqüentemente não sejam prejudiciais ao meio ambiente.

 

Algumas denúncias já tiveram resultados concretos importantes como ordens de demolição, adequações de planta e construção. A SAI procura agir sempre de maneira objetiva e imparcial, e tem denunciado constantemente às autoridades responsáveis todas as irregularidades detectadas dentro e fora da área do loteamento.

 

Dentro deste contexto, o Diagnóstico foi uma iniciativa financiada pela SAI em conjunto com Itamambuca Eco Resort e a Prefeitura Municipal de Ubatuba (PMU) com o objetivo de apontar todas as causas reais e potenciais de poluição da bacia do Rio Itamambuca. Foi contratada uma empresa de Engenharia para a realização do trabalho que durou vários meses e finalizado em outubro de 2007.

 

Neste material é possível identificar todo o perfil do saneamento nas áreas ocupadas ao redor da principal bacia hidrográfica da região e as ações que precisam ser tomadas para evitar a poluição do rio.

 

De lá para cá, a SAI tem realizado reuniões periódicas com a PMU e cobrado insistentemente diversas medidas e estudos de melhora do saneamento básico da região, incluindo a construção de fossas coletivas, remoção de algumas famílias, entre outras ações.

 

Sabemos ainda que todas as ações governamentais, por sua própria natureza burocrática, levam tempo para concretizar-se, por isso aguardamos da Prefeitura Municipal de Ubatuba um pronunciamento oficial relatando o andamento destas ações, bem como o prazo para sua conclusão.

 

Enquanto isso, depois deste desagradável fato da bandeira vermelha, disponibilizamos na internet, o arquivo digital deste Diagnóstico Sanitário-Ambiental, para que todos tenham conhecimento de grande parte das causas deste problema.

 

A SAI também alerta a todos os visitantes com a colocação de faixas e distribuição de folhetos informativos sobre os riscos de contrair doenças em contato com a água contaminada pelos coliformes fecais.

 

Aproveitamos e agradecemos a todos que apóiam e entendem a importância dos trabalhos que vem sendo realizados pela SAI e pedimos que continuem participando com mais idéias e iniciativas em prol da preservação de Itamambuca.

 

Esperamos em breve ter boas notícias das medidas para reverter este triste quadro deste verdadeiro paraíso do surf brasileiro.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.