Até o ano passado, as provas do WCT contavam com a Fosters Expression Session, bateria que durava entre trinta minutos e uma hora e premiava as manobras mais radicais.
Os campeões recebiam uma grana de premiação, além de algumas cervejas Fosters para comemorar.
A prova servia como incentivo ao surf progressivo premiando geralmente o melhor aéreo.
No ano passado, durante o WCT em Trestles foi testada uma Expression Session denominada Keys to the Continent.
A competição resume-se em dividir atletas por nação e em vez da melhor manobra e melhor onda, julgou-se a melhor onda individual e a melhor onda surfada em conjunto.
Devido ao sucesso da disputa, a ASP decidiu criar o Surf Showdown, campeonato paralelo ao WCT.
A partir do primeiro evento do circuito, na Gold Coast australiana, seis equipes brigam para ver quem é a melhor nação do WCT: os EUA, o Hawaii, a Austrália, o Brasil, ou a África do Sul.
A única equipe que não representa uma nação é a dos “rookies”, os novatos, formada pelos atletas que estréiam no circuito.
No fim do ano a melhor equipe será declarada campeã mundial. Victor Ribas é o capitão do time sul-americano e escolherá dois companheiros para completar a equipe.
Os capitães dos outros times são Taylor Knox (EUA), Pancho Sullivan (Haw), Greg Emslie (Afr), Tom Whitaker (Aus) e Josh Kerr (novatos).

