Marcelo Trekinho

Do outro lado de Bali

Bali tem muitas ondas. É só sair e procurar que a vala solitária e perfeita vai estar lá. Na última sexta-feira, depois de um surf com muito crowd em Padang, decidi que no sábado iria surfar na costa Leste de Bali – onde geralmente há menos crowd.

Acordei cedo, botei as pranchas e equipamentos no carro e me mandei para o outro lado da ilha. No caminho um amigo me disse que estava muito grande e fechando. Cabeça dura, fui direto para lá.

No estacionamento encontrei o brasileiro Marcelo Trekinho. Ele me alertou que o mar havia diminuído. Trekinho tinha surfado no dia anterior e estava lá outra vez.

Diminuiu? Ondas de quase 3 metros quebravam sozinhas, tubos enormes e sem ninguém na água! Peguei minha prancha, meu equipamento e fui para o “Warung” (como se fosse uma barraca de lanches).

Poucos minutos depois chegou uma barca com surfistas de peso como Dean Morrison, Marti Paradisis, Coby Albberton, Nathan Webster, Wok e uma turma de australianos que surfam com pranchas retrô em qualquer tipo de mar.

A maré subiu e o mar começou a melhorar. Dingo (Dean Morrison) e Marti pegaram boas ondas. Trekinho remou para o fundo e em sua primeira onda pegou um tubo insano. Só saiu no canal com a baforada.

Com o show armado dentro da água decidi apenas fotografar. Aqui vai um pouquinho do que rolou na água no primeiro grande swell do ano em Bali.


Para saber mais sobre o trabalho de Iuri Filippini Borba, acesse o site
IndoSurfLife.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.