Disputas na água em Bells

Primeira fase do Rip Curl Pro 2007 está na água em Bells Beach, Austrália. Foto: ASP World Tour / Karen.

Teve início na manhã da terça-feira na Austrália (tarde desta segunda-feira no Brasil) a primeira rodada do Rip Curl Pro, segunda etapa do circuito mundial WCT, na tradicional praia de Bells Beach, em Victoria.

 

Com prazo até o próximo dia 13 para concluir a 35a edição da prova, os organizadores decidiram aproveitar as ondas mexidas de até 1,5 metros que rolam em Bells para realizar as 16 baterias da rodada de abertura.

 

A primeira bateria tem presença do aussie Dean Morrison, do californiano Chris Ward e do sul-africano Royden Bryson.

 

Na seqüência é a vez de o paulista Adriano Mineirinho estrear na competição, ao lado do aussie Dayyan Neve e do californiano Taylor Knox.

 

A terceira disputa tem o catarinense Neco Padaratz contra dois australianos: Tom Whitaker e Kai Otton. Depois, o pernambucano Bernardo Pigmeu enfrenta o norte-americano Damien Hobgood e o francês Jeremy Flores.

 

A quinta bateria terá um duelo que promete muitas emoções entre o carioca Raoni Monteiro e o aussie Joel Parkinson e o norte-americano Gabe Kling. Rodrigo Dornelles cai na sexta bateria e Victor Ribas na 13a.

 

A oitava disputa marca a estréia na prova do norte-americano Kelly Slater, campeão do Rip Curl Pro no ano passado, sua última vitória em etapas do WCT. Andy Irons entra na nona bateria e Mick Fanning, líder do ranking, na décima.

 

O último brasileiro a competir na primeira fase é o carioca Leonardo Neves, que pega CJ Hobgood e o aussie Mick Lowe na 15a e penúltima bateria do dia em Bells Beach.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.