
Tudo começou muito rápido. Fiz algumas ligações e a barca já estava armada. Os integrantes eram Eu (Michel), Marcelo “Tchelão”, Carlitos, André e Rubinho.
Após nove horas de vôo com a Taca, chegamos em Manágua, capital da Nicarágua, e pegamos nosso carro 4×4 na locadora.
Depois de duas horas de viagem, chegamos na praia de Poneloya, região de Leon, norte do Estado.
Encontramos ótima acomodação e ótima comida de frente para um excelente beach-break, com direitas e esquerdas.

Na região há também point-breaks com acesso somente de barco e ondas fortes e tubulares.
No dia seguinte partimos para Puerto Sandino, com grande expectativa de pegar a tão sonhada esquerda que não cansávamos de olhar na revista Fluir.
Quando chegamos, a maré ainda estava vazando, sendo que lá a melhor hora é com a maré bem vazia.
Alugamos um barco e fomos para o pico. Chegando lá fora nos deparamos com ondas perfeitas de 1 metro e, é claro, o terral estava presente.
Foi uma bateria alucinante, pois além do lugar ter um astral muito bom, no line-up estavam somente nós, Eu, Carlitos, Rubinho, André e o câmera Tchelão (Marcelo Vasconcellos) registrando tudo.
No dia seguinte encontramos dois brasileiros, Denis e Luis, que estavam descendo de ônibus desde a Califórnia, surfando vários picos. Durante quatro dias pegamos altas ondas em Puerto Sandino, escutando as histórias que eles tinham para nos contar.
Depois disso partimos para a região de Rivas, sul da Nicarágua. Mas essa história fica para a segunda parte da matéria.
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Agradecimentos à Nivana Super Trips e Taca Linhas Aéreas.
