Petrobras Feminino

Diana perto do título

No primeiro dia da última etapa do Circuito Petrobras de Surfe Feminino, a chuva do Rio de Janeiro, que preocupou muitos brasileiros, deu lugar ao belo sol e animou ainda mais as competidoras das categorias profissional e longboard.

Numa disputa acirrada durante as quartas, Tita Tavares despediu-se do campeonato ao ficar em terceiro lugar, com 10,67 pontos.

Ela perdeu para Monik Santos, que somou 15 pontos, e Cláudia Gonçalves, 11,07. Faltava apenas uma onda para a cearense que, mesmo saindo da etapa, continua na briga pelo primeiro lugar da Seletiva Petrobras e do Brasil Tour.

“Precisava só de uma onda pra virar, mas não veio nenhuma. Agora é só descansar e torcer pelas meninas, elas merecem, estão quebrando! Estou muito feliz mesmo saindo agora do Circuito. Temos que saber receber o que Deus nos envia. Não é?”, relata Tita com felicidade.

Mesmo com Tita ainda na luta pelo título brasileiro, as chances de Diana Cristina ser campeã do Circuito e do Brasil Tour aumentaram ainda mais, pois a paraibana passou das quartas-de-final com um belo primeiro lugar, ao somar 16,17 pontos.

Ela teve a melhor média do dia em sua primeira bateria, ao ganhar nota 9 unânime dos juízes, e somar 17,83.

“Espero fazer a final e brigar pelo título. O nível da competição está muito bom, só espero que o mar não baixe”, fala Tininha, que se tornou profissional neste ano.

“Eu, meu pai e meus patrocinadores pensamos bastante e resolvemos que seria melhor me profissionalizar logo”.

No longboard, a baiana Aline Chaves cometeu uma interferência em cima da carioca Chloe Calmon. Mesmo assim, classificou-se para as semifinais em segundo lugar e chegou às finais com Karina Abras, Maina Thompson e Thiara Mandeli.

Neste sábado, as baterias começam às 8h30, com a categoria Open. Às 13h15 terá um desfile que vai contar a história da evolução das roupas usadas no surfe feminino e, no fim de tarde, rola apresentação de MC Novinho.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.