Esta é a minha última semana no Hawaii. Cheguei aqui por volta do dia 11 de outubro e quase dois meses já se passaram.

 

Estou surpreso com a qualidade das ondas que consegui surfar neste início de temporada.

 

Praticamente todos os picos quebraram perfeitos durante outubro e novembro – e também fez um pouco de frio à noite.

 

Este ano foi diferente para mim. Fiquei acampado em frente a Rocky Point, um lugar que abriga várias tribos do surf, skate, rock, etc.

 

Foi muito bom estar de frente para a praia, pois podia ir andando para o surf. O dia começava cedo, por volta das seis horas, ainda escuro.

 

Quando o dia clareava, começavam a chegar surfistas e fotógrafos, tirando um pouco da privacidade com tantos profissionais ao lado.

 

Eu tinha uma bicicleta, que servia como meu veículo particular. Rodava por todos os lugares com ela. A bike tinha um rack que cabia minha prancha perfeitamente, agilizando para chegar aos principais picos.

 

Porém, minha primeira visão era sempre Rocky Point. Durante toda minha estada, peguei várias ondas com tamanhos diferentes. Chuvas também fizeram parte deste temporada e o sol ficou escondido por dias.

 

Fiquei surpreso e contente por ter conseguido divulgar meu trabalho no meio, deixando várias pessoas até mesmo chocadas.

 

Chegando mais cedo à praia todos os dias, consegui me dar bem nas ondas. Até rolou um flat no meio do caminho, mas os dias de ondas perfeitas apagaram esse detalhe.

 

 

Clique aqui e confira a galeria de fotos da barca de Alcino Pirata ao Hawaii.

 

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Um dos melhores dia desta viagem ocorreu no último domingo. Fui presenteado com ondas chegando aos 10 pés clássicos em Sunset.

 

Vários brasileiros, como Fábio Gouveia, Yuri Sodré, Wilson Nora, Armando Daltro e Jonny Lopes fizeram a cabeça em tubos impressionantes.

 

A real é que quem estava no mar naquele domingo ficou feliz por ter surfado ondas grandes e perfeitas em um dia de sol e água quente.

 

Para mim foi um grande desafio por Sunset ser uma onda grande e pesada, que leva qualquer um para baixo por muito tempo.

 

Quando ia entrar no mar, o salva-vidas perguntou se eu realmente sabia o que estava fazendo. Achei a atitude muito importante pelo efeito preventivo, mas disse a ele que estava tranqüilo.

 

Outra felicidade foi o fato de os brasileiros terem conseguido bons resultados no campeonato em Haleiwa. Aí, o astral fica ótimo, com a certeza de que estamos dando trabalho para os gringos.

 

Nesta temporada consegui ver como os brasileiros se viram para ficar na ilha. A real é que o Hawaii é só alegria.

 

Para quem está vindo, fica a dica para trazer medicamentos e curativos. Muita gente tem se cortado nos corais e um ponto para fechar o machucado pode custar até US$ 100.

 

Então, prepare-se e boas ondas a todos.

 

Clique aqui e confira a galeria de fotos da barca de Alcino Pirata ao Hawaii.

 

 

 

 

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