Derrota em 2003 motiva Fanning

Depois de ser vice no Brasil em 2003, Mick Fanning tem sua primeira vitória no Brasil. Desta vez australiano arrancou nota 9,5 numa onda espetacular contra o norte-americano Damien Hardman e ainda tirou um 9,27 para garantir o prêmio máximo de US$ 30 mil.

 

Foi a segunda vitória de Fanning na temporada e valeu vice-liderança do ranking que aponta o norte-americano Kelly Slater como campeão.

 

?Eu queria muito conseguir essa vitória e toda vez que eu remava lá para fora tentava me manter calmo e relaxado. Acho que as coisas estavam indo muito bem para mim, essa é minha terceira final nesse ano e estou feliz por ganhar aqui?, vibrou Mick Fanning.

 

?Acordei hoje lembrando da bateria que perdi para o Kelly Slater em 2003 e queria muito tirar isso da minha mente e ganhar aqui dessa vez. Cada ano que passo no WCT eu vou melhorando e espero que nesse ano eu consiga terminar em segundo para no próximo ser o primeiro”, disse o aussie.

 

“Tem sido uma temporada muito boa, estou me sentindo muito confiante e espero trazer isso para o ano que vem. Agora na final, nem eu e nem o Damien estávamos conseguindo escutar quase nada das notas lá fora”, explicou.

 

“O vento estava muito forte e eu escolhi a tática de pegar mais ondas no começo para tentar ficar bem relaxado. Consegui fazer duas ondas boas e estou muito feliz por isso, tudo o que eu queria era vencer aqui no Brasil, que sempre tem uma torcida quente, maravilhosa, que acompanha a gente em qualquer lugar que o campeonato é realizado. Ontem lá no Rosa foi demais e hoje aqui tinha altas ondas. A organização do evento está mais uma vez de parabéns?, elogiou o novo campeão da etapa brasileira do WCT.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.