Definidas baterias em Shark Island

Alguns dos melhores bodyboarders do mundo chegaram ontem (5/7) a Cronulla, para encarar a perigosa direita de Shark Island. 

 

Os atletas foram recepcionados pela Human, patrocinadora oficial do evento, com um coquetel de abertura.

 

O evento contou com nomes como Damian King, Dave Winchester, Hugo Pinheiro, Mitch Rawlins, Cedric Dufaure, Ben e Toby Player, Christian Riguccini, Dave Ballard e Andrew Lester.

 

O brasileiro Guilherme Tâmega, defensor do título do evento, chega na próxima semana e vem motivado pelo nascimento de sua primeira filha, Kim.

 

O ídolo local Ryan Hardy está radiante: “É muito bom estar novamente na disputa do SIC. Após dois anos fora da prova por estar em viagens, estou de olho no título. E também vai ser legal ver os novos talentos que se classificaram na triagem. É um grande esforço mental e físico e com o novo formato eliminatório tenho certeza que teremos surpresas. Vamos ver o que acontece. E mais, com o prêmio de AUS$ 20 mil para o campeão, todos vão mostrar um novo bodyboard”.

 

Mark Fordham, organizador do evento, recebeu os tops do tour Mundial, os trialistas classificados e os convidados para explicar o formato do evento.

 

As baterias serão compostas por quatro atletas e terão duração de 30 minutos. Os competidores podem pegar um máximo de 12 ondas e as duas melhores vão para o somatório. O campeonato acontecerá em dois dias dentro da janela. No primeiro acontece a primeira fase e no segundo as quartas, semifinais e a grande final.

 

O australiano Craig Haiden, juiz-chefe da prova, explicou o critério: “Os bodyboarders devem mandar a manobra mais radical, na sessão mais crítica da onda. Deve haver fluidez e variação de manobras, combinando velocidade e explosão. O atleta que mandar bem nas maiores e melhores ondas e percorrer boa distância será decretado o campeão. Vale lembrar que tubos sempre serão considerados.”

 

Um médico estará presente, em contato direto com o Shark Island Water Patrol, grupo de salva-vidas local, através de dois rádios e pode dar rápida assistência a qualquer acidente.

 

O evento busca trazer para a Austrália o status de sede do melhor evento de bodyboard do mundo. Nos próximos dias os maiores bodyboarders do mundo vão mostrar o que é um tubo quadrado e também o limite dos wipeouts.

 

Confira mais notícias em nossas próximas atualizações.

 

Baterias do Human Shark Island Challenge

 

1 Damian King (Aus), Cedric Dufaure (Fra), Ben Player (Aus) e Doug Showell (Aus).

2 Michael Chapple (Aus), Toby Player (Aus), Alex Bunting (Aus) e Nick Ormerod (Aus).

3 Mitch Rawlins (Aus), Grahame Miller (Aus), Brae Pettiford (Aus) e Alex Leon (Aus).

4 Uri Valadão (Bra), Ryan Hardy (Aus), Michael Novy (Aus) e Dave Ballard (Aus).

5 Andrew Lester (Aus), Sean Virtue (Aus), Greg Howlett (Aus), Ryan McKinnon (Aus).

6 Jeff Hubbard (Haw), Mike Stewart (Haw), Martin O’Connor (Aus) e Christian Riguccini (Aus).
7 Guilherme Tâmega (Bra), Hugo Pinheiro (Por), Jason Hazle (Aus) e John Showell (Aus).

8 Josh Kirkman (Aus), Dave Winchester (Aus), Harry Dixon (Aus) e Ben Hansen (Aus).

 

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