Pela primeira vez os surfistas cariocas Marcelo Trekinho e Victor Ribas comemoraram um mar de poucas ondas na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

 

A convite do canal por assinatura Sportv, os representantes do Brasil no circuitos WQS e WCT experimentaram uma sensação dos anos 70 que está voltando com tudo: as pranchas fish.
 
Menor e mais larga que as pranchas de surf convencionais, a fish possui a rabeta em formato de um rabo de peixe e faz a alegria de qualquer surfista em dias de ondas pequenas, pois permite um surfe mais fluído e solto.

 

Sinônimo de diversão nos pés de talentos como Trekinho e Ribas, a session foi um verdadeiro show de 360º.

 

“Nunca imaginei que fosse torcer para o mar estar flat”, disse Trekinho, impressionado com o desempenho da fish nas marolas da Barra.

 

“É pura diversão. Vou cair sempre com ela quando o mar estiver pequeno. Dá para fazer tudo o que você imaginar com essa prancha, não tem limites”, diz empolgado.
 
Criada nos anos 70, quando os surfistas procuravam por uma prancha que possibilitasse mais radicalidade e velocidade, a fish é fabricada no Rio de Janeiro pela Wetworks e vem conquistando cada vez mais adeptos.
 
“Essa prancha tem tudo para virar uma sensação novamente”, avalia Trekinho. “Não dá vontade de sair do mar, dá para fazer coisas com ela que uma prancha normal não permite. Já estou fissurado na fish”, conclui.

 

Para obter mais informações sobre a fish acesse o site Wetworks.com.br, que está de cara nova.

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