De volta à rotina em Matinhos

Oi, galera.

 

É bom rever a família e os amigos. Pena que neste nosso verão, principalmente no Paraná, as ondas desapareceram.

Voltei do Hawaii no começo da semana e o máximo que consegui foi surfar um mar que tinha ‘meio-metrinho chorado’.

 

Neste final de semana tem um campeonato local e a previsão no nosso querido site Waves indica swell de 1 metro. Espero que vingue
para eu disputar o título.

 

Este evento marca o início da minha preparação neste ano. Acho que a partir de
fevereiro vamos ter vários circuitos para disputar.

 

Não vejo a hora de começar o Brasileiro Amador e o Profissional. Além de querer surfar com as minhas amigas e disputar títulos, quero rever todas as atletas que faz tempo
que eu não vejo.

Na próxima semana a Geórgia Pascoal, do Guarujá, vem passar uns tempos na
minha casa. Ela também tem patrô da Lui Lui e nós sempre fazemos um intercâmbio.

 

Tem semana que ela fica aqui em Matinhos e tem semana que eu vou para lá. O único problema é que os meus amigos da praia acabam se apaixonando por ela!

Já estou com saudades da Cláudia e da Carol Oliva, que ficaram comigo no Hawaii. Fiquei tanto tempo com elas que é difícil acostumar. Já estou pensando quando vou ter uma nova chance para voltar.

 

Foi tão bom surfar em Rock Point, V-Land, Pipeline e outros picos perfeitos. Tem dia que não dá nem vontade de cair nos mares podres daqui. O meu Estado é o que tem o
segundo menor litoral do Brasil.

 

Tem apenas o Pico de Matinhos e a ilha do Mel com ondas boas. Nem sei como o Peterson e o Jihad conseguem surfar tudo o que surfam treinando nestas ondas. Sei que é preciso viajar, viajar e viajar.

 

E é isso que o meu melhor amigo, o Juninho vai fazer agora. Ele já tinha viajado comigo para o Equador e agora ele vai com a galera de São Paulo para o Peru.

Beijos
 
Bruna
 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)