
O potiguar Danilo Costa fez a sua estréia na elite do Circuito Mundial no início de março no Quiksilver Pro, realizado na Gold Coast, Austrália.
Sob a pressão da torcida australiana, além de ser estreante, o atleta da praia de Ponta Negra não conseguiu pegar as melhores ondas e acabou desclassificado na segunda fase do evento.
Confira a entrevista realizada logo após o evento.
Como foi a primeira experiência como top do WCT?
Finalmente consegui chegar ao WCT e fazer a minha estréia. Infelizmente, não achei as boas ondas na bateria. Mas estou tranquilo para o restante do circuito.
Como é o clima de uma etapa do WCT? É parecido com o WQS?
O clima é totalmente diferente, mas é legal. Rola o maior respeito entre os surfistas e é uma pressão muito grande também, pois só tem a nata do surf mundial.

Você só enfrentou australiano nas suas baterias. A torcida fez a pressão ser ainda maior?
Os autralianos estão um passo na frente de qualquer outra nação, e aqui na Gold Coast a galera fica muito perto dos competidores. Dá para ouvir a vibração da torcida de dentro d’água e isso faz a diferença.
O que você acha que falta para os brasileiros chegarem ao nível dos australianos?
O surf está para os australianos, assim como o futebol está para os brasileiros. É muito difícil chegar ao nível deles, tudo aqui é propício para o esporte.
Você permanece na Austrália até a próxima etapa do WCT?
Não. Volto ao Brasil para disputar a primeira etapa do SuperSurf e também tirar o visto para o Japão.