A apresentadora Luciana Gimenez, o surfista Teco Padaratz, e as globais Sheron Menezes e Daniela Escobar estrelam o filme Pseudo, um curta-metragem que aborda o localismo no surf.
Dirigido pelo gaúcho Pedro Foss, o filme mostra um tema que é uma constante em qualquer praia do litoral brasileiro, o localismo.
O surf é um esporte que vem ganhando muita popularidade. Porém com o aumento de praticantes, conseqüentemente aumenta-se a disputa pelas ondas.
Essa disputa pode terminar em violência, e então surge a polêmica abordada em Pseudo.
“O mar é um espaço democrático, já que na água encontramos pessoas de várias profissões, religiões e raças. Não é possível que todo mundo pegue a mesma onda, mas é necessário que cada um tenha o mínimo de bom senso para que todos possam aproveitar. Surf também é tranqüilidade e educação. É uma pena que algumas pessoas esquecem disso”, comenta Foss, acostumado a retratar assuntos polêmicos em suas produções. Ele ganhour reconhecimento ao dirigir Paulo Zulu, Nívea Stelmann e Nelson Diniz em “A Última Onda”.
Em pouco tempo, o projeto de cinema acadêmico transformou-se no curta-metragem gaúcho de maior repercussão no Sul do país em 2006, relatando a polêmica envolvendo a morte de surfistas em redes de pesca no litoral Norte do Rio Grande do Sul.
Na seqüência, ele dirigiu Maitê Proença em “Barros”, relatando o mistério envolvendo o desaparecimento de banhistas, que são sugados na lendária Lagoa dos Barros também no Rio Grande do Sul.
Com seu novo filme, o jovem de apenas 23 anos, finaliza o conjunto de uma obra acadêmica, iniciada há cinco anos, quando ganhou a primeira indicação ao Festival de Gramado.
“Pseudo” será lançado no inicio de 2009. Para obter mais informações, entre em contato pelo telefone (0xx51) 8400 5027.
Sinopse – Na trama, Marla (Sheron Menezes) é uma designer de interiores que acaba sendo contratada por Joaquina (Luciana Gimenez), para decorar o quarto do filho de doze anos, um premiado surfista mirim.
Segundo Joaquina, aquilo tudo que ela está fazendo no quarto é uma surpresa, já que ele passa férias no acampamento de verão.
As coisas vão bem, até Marla descobrir que o garoto faleceu há alguns anos, devido a violência gerada por conta do localismo.
Confusa com a situação e com o estado psicológico daquela mãe, que espera pela volta do filho, Marla resolve pedir afastamento do projeto. Porém as coisas complicam quando ela mesma passa a ver o garoto.
