Robinson Silva

Cruzeiro nas Maldivas

No mês de julho, eu e minha esposa fomos às Maldivas para um período de 15 dias de férias. A viagem foi bem cansativa, pois é um dos voos mais longos que existem. São 14 horas direto até Doha, Qatar, depois mais 4:30 horas até Male e mais uma hora de barco até o resort em que ficamos hospedados, com uma excelente esquerda privativa para os hóspedes chamada Lohis.

No primeiro dia, o mar estava pouco maior de 1 metro com excelente formação, e durante toda a semana manteve-se com o mesmo tamanho e qualidade. Já no fim da semana encostou um swell de 2 metros perfeitos e foi show de surf.

Na semana seguinte, o mar baixou, mas não pararam de quebrar boas ondas, e havia uma previsão de 2,5 metros para o final de semana, dois dias antes de regressarmos ao Brasil.

Como previsto, o swell encostou e quebrou durante os meus dois últimos dias com formação incrível – eu não acreditava no que estava vivenciando com algumas poucas pessoas no outside.

Durante minha estadia, surfei ondas como Lohis, esquerda muito manobrável e que, dependendo da maré, quebra alguns tubos; Cokes, direita power e a mais procurada pelos barcos; Sultans, direita bem manobrável; e Jails, direita com sessões de tubos e manobras.

Foram 15 dias de muitos tubos, manobras, relaxante muscular e muitas risadas com um grande grupo de brasileiros com quem fizemos amizade e que representaram muito tanto dentro como fora da água.

É impressionante a qualidade das ondas, a cor da água, a vida marinha e o astral do lugar. Simplesmente um lugar mágico. Agradecimentos: Dhux Surfboards e Surftravel Co.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.