Como ganhei minha primeira prancha

Olá galerinha!

 

Hoje o papo é sério e eu gostaria de esclarecer alguns mal entendidos a respeito da matéria ?Como conseguir a primeira prancha?.

 

Em resposta a alguns mal educados que utilizaram o site para fazer ataques pessoais, quero dizer que aquelas sugestões eram apenas “sátira”.

 

Eu ironizei e as pessoas inteligentes entenderam, mas para meu azar, tem gente que não foi para escola…

 

Minha primeira prancha (na real e sem zoeira) foi um toco de madeira cheio de buracos e malhos.

 

Meus pais e meu irmão, Alessandrinho, vendo meu interesse pelo surf mandaram fazer a minha primeira prancha ?decente?. Ou seja, tudo o que consegui até hoje foi sendo honesta, dedicada. Nunca precisei bancar a ?patricinha? ou a menina rebelde.

 

Desde que consegui minha primeira pranchinha decente, acordo logo que o dia  amanhece para ver se tem onda. Tempo ruim nunca me atrapalhou.

 

Graças aos bons resultados e a minha dedicação, tenho um bom empresário e alguns ótimos patrocínios (Billabong, Lui Lui, Oakley, Canfield, 30 pés, Malaka?s e Chicle Trunk).

 

Apesar do surf me tomar bastante tempo, isso nunca atrapalhou meus estudos e eu costumo levar uma vida normal. Estou cursando a sétima série sem nunca ter reprovado.

 

Nunca quis fazer apologia às drogas, muito pelo contrário, nunca usei e tenho um exemplo de vida dentro de casa. Meu pai abandonou a bebida há uns 5 ou 6 anos e também já parou de fumar de tanto que eu pegava no pé dele, mostrando artigos sobre o mal que o cigarro causa em nosso organismo.

 

Cair nesse erro seria uma asneira e eu me considero bem inteligente.

 

Bom, como vocês já perceberam, o dia hoje foi de ?reflexão?…

 

Fui…

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)