Billabong Girls Pro

Coletiva reúne tops na Bahia

Coletiva de imprensa reúne tops do Billabong Girls Pro 2007. Foto: Fábio Coppola.

Na noite da última terça-feira, a Billabong promoveu uma coletiva de imprensa no restaurante Dedo de Moça, Itacaré (BA).

 

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Marcaram presença a cearense Silvana Lima, a peruana Sofia Mulanovich e as australianas Stephanie Gilmore, Chelsea Hedges, Nicola Atherton e Layne Beachley, sete vezes campeã do WCT Feminino e defensora do título do Billabong Girls Pro Itacaré.

 

A disputa pelo título mundial da temporada foi um dos principais temas da noite. “Voltar a um lugar em que já venci com certeza é sempre muito bom. Guardo ótimas recordações daqui e claro que isto transmite também mais confiança para ficar bem relaxada?, diz Layne Beachley, 35 anos.

Silvana Lima destaca importância do técnico Pedro Robalinho. Foto: Fábio Coppola.

Beachley quer acompanhar o ritmo do norte-americano Kelly Slater, detentor de oito título mundiais. ?Na verdade não tenho que provar mais nada depois de sete títulos, mas tudo o que puder me levar a caminho do topo é válido”, conclui Layne.

 

Líder do ranking junto com a compatriota Chelsea Hedges, a jovem Stephanie Gilmore tenta manter a tranqüilidade para permanecer na briga pelo caneco. Totalmente focada na elite mundial, a surfista de 19 anos evitou disputar a etapa do WQS realizada na última semana, em Itacaré.

 

?Não acho muito bom estar nesta posição, pois sinto que existe muito mais pressão e expectativa de todos, mas acredito estar bem preparada. Eu decidi correr só o WCT porque tive uma viagem até o Brasil que foi bastante longa e cheguei bem cansada. Eu queria sentir também como estava funcionando tudo, o mar, a estrutura, os juizes, além de ficar só focada no WCT?, diz Stephanie.

 

Quarta colocada na lista das tops do circuito mundial, a cearense Silvana Lima destacou a importância do trabalho do técnico Pedro Robalinho. “Ele é como um pai pra mim. Muita coisa melhorou em minha carreira desde que começamos a viajar juntos para o circuito mundial. Além de trabalhar a parte técnica, ele sempre foi fundamental em muitos quesitos. Eu não sabia falar inglês, não sabia nem como pedir algo para comer quando estava fora do Brasil, não sabia fazer praticamente nada. Ele me ensinou e continua me ensinando muitas coisas”, fala Silvana.

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