CJ faz a mala de Ribas

O Brasil perdeu o último representante no Billabong Pro com a derrota de Victor Ribas para o floridiano CJ Hobgood na última bateria da terceira rodada da competição, que acontece em boas ondas de 2 metros em Teahupoo, Tahiti.

 

Com o resultado, Ribas finalizou na 17ª colocação e embolsou US$ 4,5 mil em prêmios, além de 410 pontos no ranking, mesma situação de Yuri Sodré e Paulo Moura.

 

Apesar da eliminação, o cabo-friense mostrou bastante atitude e buscou a vitória até o final da bateria, mas não conseguiu superar o conhecimento do pico do adversário, um dos melhores competidores em Teahupoo.

 

Mostrando muita habilidade para andar e sair de tubos profundos, CJ obteve notas 8.83 e 8.47 para somar 17.30 pontos, contra 14.50 de Vitinho, que também apresentou boa técnica e tirou notas 7 e 7.50.

 

A competição segue com as baterias das oitavas-de-final e segundo a organização, devem ser realizadas as seis primeiras disputas ainda nesta quinta-feira.

 

Entre os principais destaques da terceira fase está a vitória do heptacampeão mundial Kelly Slater sobre o local campeão da triagem Heiarii Williams, eliminado pelo largo placar de 18.34 x 17.36 pontos na oitava bateria.

 

Com duas notas 9.17 em tubos espetaculares, Slater registrou a maior somatória da rodada e tirou Williams da competição, que teria passado a maior parte das baterias com a soma das notas 8.33 e 9.03.

 

Na bateria seguinte foi a vez de Andy Irons mostrar suas garras e despachar outro local, Manoa Drollet, considerado um dos surfistas mais habilidosos em Teahupoo. Com notas 8.17 e 9.10, Irons deixou Drollet em combinação.

 

A primeira bateria das oitavas teve um dos duelos mais incríveis da prova até o momento, entre os tube riders Damien Hobgood e Fred Patacchia.

 

Com um verdadeiro show nos tubos de Teahupoo, Patacchia registrou imbatíveis 19.60 pontos de 20 possíveis para eliminar Hobgood, que somou nada menos do que 18.60 pontos.

 

Enquanto o floridiano obteve notas 9.77 e 8.83, o havaiano quebrou todos os recordes da competição até o momento com notas 9.70 e 9.90, esta última a maior do Billabong Pro até agora.

 

Confira a transmissão ao vivo das baterias no site aspworldtour.com.

 

Clique aqui para ver galeria de fotos do Billabong Pro Tahiti

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.