Caio Monteiro precisa de ajuda

Faltam 10 dias para completar três meses que o técnico da equipe de surf do Rio de Janeiro está no Centro de Terapia Intensiva (CTI) em um leito de hospital.

Caio Monteiro, 49 anos, foi internado no dia 24 de outubro depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), seguido de convulsões e hemorragia cerebral.

 

Graças à intervenção da equipe médica do doutor Adolfo Carvalho, o técnico de surf passou por uma operação de emergência que durou mais de oito horas para a cauterização do aneurisma e o resultado foi positivo.

 

De lá para cá, Monteiro vem sendo assistido pela equipe médica na Clínica Bambina, localizada em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro.

 

Se o estado clínico está melhorando gradativamente, em contrapartida, os custos médicos vão tomando proporções astronômicas.

 

?Ele não possui um plano de saúde e estamos contando com a ajuda de amigos e de empresas que voluntariamente se mobilizam no que é possível com depósitos, doações e rifas. No entanto, estamos longe do valor total das despesas?, comenta Anna Laura, vice-presidente da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro.

 

Até o momento foram arrecadados R$ 30 mil, destinados ao pagamento da conta, que já ultrapassa a casa dos R$ 100 mil. ?Estamos com R$ 140 mil de despesas e precisamos tirar o Caio da clínica particular o quanto antes?, alerta Anna, que espera receber alguma indicação de um bom hospital público que tenha recursos de CTI.

 

Entre as possibilidades para arrecadar o dinheiro está um show com a banda DIBOB. Só falta encontrar um local para a realização do evento e uma data na agenda. Enquanto isso, as doações continuam sendo feitas através do Banco Real – agência 0900 ? C/C 7704846, em nome do Caio Monteiro (CPF 496.022.417-72).

 

A Clínica Bambina fica na Rua Bambina, 56 ? Botafogo ? Rio de Janeiro.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)