Na última semana, entre os dias 26 e 30 de maio, tive a oportunidade de surfar sozinho uma direita alucinante em um secret catarinense, quebrando com séries de até um metro sobre uma bancada de pedra afiada.
Apenas alguns locais conhecem o pico, que quebra poucas vezes ao ano e precisa de uma combinação perfeita para dar o seu espetáculo: swell de sudeste / leste, vento sul fraco, maré seca enchendo e período de pico acima de 13 segundos.
Desde dezembro do ano passado, quando passei alguns dias nesta cidade catarinense, sempre acordava cedo e descia o morro da minha casa na praia da Saudade para checar as condições do mar.
No dia 28 de maio liguei para o fotógrafo Rafael Saldanha para registrar alguns momentos. Na última queda apareceram alguns amigos, como o surfista profissional Andreas Eduardo e os free surfers Zé Machado, Alexandre Todeschini, Marcinho, Ângelo e Anderson Podou.
