Frio de lascar

Burle e Maya encaram Alaska

Carlos Burle embarcou na madrugada do último sábado, 22 de novembro, rumo ao Alaska. Burle participa com sua companheira de equipe e amiga, Maya Gabeira (que embarcou do Hawaii para o Alaska), de uma expedição produzida pelo fotógrafo australiano Tony Harrington, patrocinada pela Red Bull, no local conhecido como Yakutat, que será desbravado pela primeira vez por surfistas.

Burle enviou notícias do local e disse que ainda não pegaram nenhuma onda grande e que o primeiro grande swell está previsto para este sábado.

“Os dias aqui só têm 7 horas e o sol quase não aparece. Muita chuva e também neve. Tudo congelado! No meio desse ambiente temos que nos concentrar e entrar na água. Muito difícil manter o calor e, consequentemente, o foco nessas condições. Até agora só tivemos ondas pequenas, mas estamos na espera de um grande swell para sábado.”

Com acesso restrito à internet e telefone, tem sido difícil para o surfista manter contato com o Brasil. Mas mesmo assim ele conseguiu enviar algumas fotos que estão disponíveis em seu blog pessoal.

Além da dupla brasileira, estão também nessa trip os havaianos, Garret McNamara, Keali Mamalla e Jamie Sterling, e o taitianho Raimana Van Bastolear.

Do Alaska Burle embarca direto para o Hawaii, onde participa no final de novembro da cerimônia de abertura do Eddie Aikau, a mais tradicional competição de ondas grandes do calendário mundial, que acontece na baía de Waimea, situada no lado Norte da ilha de Oahu.

Fonte Carlos Burle.com

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.