Olá!
 
Estou no Peru! Mais uma viagem, a sétima internacional da minha vida! Nem acredito!! Não estava esperando.

 

Voltei do Havaiii em dezembro e o Tusca me falou ainda no aeroporto que eu havia sido  convocada para disputar o Pan-americano com o time brasileiro.

 

Nem tinha visto minha mãe e já estava pensando como seria a próxima trip.

 

No Hawaii foi irado. Peguei a maior onda da minha vida em Rocky Point. Não tinha nem metade da galera que surfa quando o mar está pequeno ou médio.

 

Achei que ficaria um tempão sem viajar, mas já estou aqui! Ontem rolou a cerimônia de abertura dos jogos. Acho que já vou competir nesta quarta-feira.

 

Não sei se vou me dar bem, Mas, já peguei ondas que nem pensei que tivessem. Esquerdas que não param mais. No total, fui para três mundiais.

 

Na Austrália fiquei em terceiro e fui a única do Brasil. Com a equipe brasileira, viajei para o Tahiti e também ficamos em terceiro. No ano passado ficamos em segundo na Califórnia. Agora quero ganhar!!!

 

Não imaginava que aqui era tão deserto. É muito diferente. As ondas são iradas e vou aproveitar muito. Depois que acabar o Pan-americano fico até fevereiro para treinar.

 

Beijos

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)