D2

Brincadeira de criança

Leo Kale celebra dia de bons tubos no D2. Foto: Jéssica Becker.

Na última terça-feira, tudo indicava que rolaria altas ondas no D2. Acordamos cedo e partimos na remada em busca das ondas.

 

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Depois de 25 minutos, chegamos ao pico e vimos que as condições não estavam ideais, já que a maré estava muito seca, o que atrapalhava bastante a formação das ondas.

 

Mas, mesmo assim, insistimos em pegar algumas ondas; depois de ter remado tanto não iria voltar sem ter ao menos tentado. Algumas ondas ainda eram surfáveis, mas o risco era inevitável.

 

Até que entra uma boa série, a Jéssica Becker muito bem localizada pegou a onda, mas foi traída pela maré. Quando ela estava andando

Erisberto Abrantes pronto para mais um canudo. Foto: Jéssica Becker.

por um belo tubo, na parte mais rasa da bancada entrou um degrau e foi inevitável o caldo; ela se chocou contra a bancada, ralando bastante o braço e a perna.

 

Depois deste fato, fomos embora, tristes por um dia que prometia não ter sido perfeito. Na quarta-feira, acordamos meio desanimados, olhamos o mar e vimos que a ondulação havia baixado.

 

Entro no MSN e Leo Kale me pergunta “Tem onda?”. Respondi “Tem umas marolas, baixou muito em relação a ontem”, e ele me diz que estava olhando o D2 e parecia ter umas ondinhas.

 

Ele entrou em contato com André e agilizou um barquinho. Como a Jéssica não poderia ir para a água, logo arrumamos um missão para ela: fotografar.

 

No caminho, estávamos bastante desapontados, já que o vento não estava na melhor direção, mas, mesmo assim, seguimos. Chegando lá, encontramos Pelezinho, Caio, Erik e Zé Kelson.

 

Depois de 10 minutos no pico, começou uma leve chuva e, conseqüentemente, o fim do vento. A partir daí foi somente diversão, como vocês podem ver nas fotos.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.