Tudo começou quando o meu grande amigo Junior Dabul organizou esta trip para as Maldivas. A barca estava formada com Junior Dabul, Fabio Bahiano, Sassa, Andre Salsicha, Gabriel Espeto, Zé Guilherme, Du Ruaro e eu. Mas ainda faltava conseguir um fotógrafo para registrar nossos momentos.
Convidamos um amigo local chamado Rush (Rush Photos), que além de muito simpático, ainda nos auxiliou na comunicação com os operadores da embarcação.
Surfamos as tradicionais ondas da ilha de Male, a principal das Maldivas. Logo no primeiro dia fomos recebidos com 1 metro em Cokes. O pico de Chickens também não decepcionou e proporcionou esquerdas entre 1 e 2 metros todos os dias.
Estas são as ondas mais constantes da região, e nos menores dias, o crowd fica intenso, mas nada comparado a Snapper. Existem muitos brasileiros por lá, mas o que mais nos surpreendia, era a falta de noção dos surfistas Israelitas e a agressividade dos australianos na disputa pelas ondas.
Achamos bem estranho, já que surfamos na Austrália todos os dias e nunca vemos este tipo de comportamento. De qualquer maneira, nos melhores dias pegamos ondas tubulares e com uma boa parede para manobrar.
Cokes e Chickens foram as melhores pedidas, mas ainda tivemos o prazer de surfar ondas perfeitas em Sultans, Jails, Lohis, Ninjas e Pasta Point.
Lohis é uma esquerda alucinante que apenas os hospedes de um hotel têm permissão para surfar. Em busca desta experiência, eu, Du Ruaro e Zé Guilherme decidimos estender as férias em mais alguns dias no pico.
A escolha não poderia ter sido melhor. Depois de um final de tarde de massagem, entrou uma ondulação com ondas entre 2 e 3 metros na manhã seguinte. Poucas pessoas se arriscaram, mas resolvemos cair. Esquerdas muito extensa com três pessoas na água. Não poderia ter sido melhor.
A trip dos sonhos estava completa com todo mundo de cabeça feita e pranchas inteiras.























