Brasileiros falam sobre a Tow In World Cup

No último dia 11/01, foi realizada uma Expression Session com os competidores da segunda edição da Tow In World Cup, mundial de tow-in, em Jaws, Maui, Hawaii.

 

Como 18 das 21 duplas inscritas atenderam ao chamado, mas a previsão de ondas de mais de 50 pés (cerca de 18 metros) não se confirmou, a organização do evento realizou um treino de luxo com uma premiação de US$ 10 mil, num mar que variou entre 25 a 30 pés (oito a dez metros).

 

Os havaianos dominaram a expression session, vencida pela dupla Garret McNamara e Ikaka Kalama, que juntos faturaram dois dos três prêmios oferecidos: melhor onda (US$ 4 mil) e melhor tubo (US$ 3 mil). Os também havaianos Dan Moore e Mark Anderson ficaram com US$ 3 mil pela melhor manobra.

 

Para o brasileiro Eraldo Gueiros, que faz dupla com Sylvio Mancusi, a expression valeu como treino, já não teve o mesmo rigor nas regras que o Tow In World Cup.

 

“Foi uma boa chance para treinar com o Sylvio. Na verdade, o dia valeu por duas coisas: a presença de todos os participantes e mais um dia de treino com meu parceiro. Mas foi difícil me dar bem porque como não há rigor nas regras, todo mundo descia na onda de todo mundo. A coisa ficou meio confusa. Era melhor para os competidores locais. As ondas acabavam sendo ganhas no grito, já que não havia prioridade”, conta Eraldo.

 

Segundo ele, Garret McNamara é um dos fortes candidatos ao título este ano, ele que foi o campeão em 2002 ao lado de Rodrigo Resende. “Eu e o Burle também estávamos muito bem para este ano, e agora tenho que me readaptar com o Sylvio”, diz.

 

Ele diz que o entrosamento com o novo parceiro virá com o tempo. “Já havia treinado com o Sylvio, pois nós fazemos parte de um time, além do Burle. Ele tem potencial e é um excelente parceiro”, explica Eraldo.

 

Já para Sylvio Mancusi, o outside se tornou uma arena, onde os locais duelaram em busca do prêmio e das melhores ondas.

 

“As ondas não ultrapassaram os 18 pés e toda a galera estava sedenta por ondas. O swell não estava grande, porém divertido. O problema é que o crowd ficou animal. Todas as duplas do campeonato, somadas às dos já locais do pico – como Laird Hamilton, David Kalama, Darrick Dorner, entre outros – se revezavam nas escassas séries. Foi o maior crowd já visto no pico, com a agravante de que todos queriam o dinheiro… Ficou difícil para que sobrasse alguma bomba para os estrangeiros”, lamentou Mancusi.

 

Ele conta também que um imprevisto atrapalhou a dupla, quando o jet-ski do filmaker Kleber Pires quebrou no canal, e Eraldo teve de ficar por uma hora trocando as velas do jet-ski dele, durante a bateria de três horas.

 

“Mesmo assim o dia foi ótimo para um bom treino, pois eu e Eraldo conseguimos pegar várias ondas intermediárias e colocar a prancha no pé”, completou Sylvinho.

 

Para mais informações acesse Towinworldcup.com e Maukahawaii.com.br .

 

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.