Big riders de olho nos mapas

Um grande swell aparece nos mapas de previsão das ondas para o próimo sábado. Se estas previsões se confirmarem, o tamanho das ondas será suficiente para a realização da Tow-in World Cup. Porém, como se trata de previsão, as condições variam muito e são necessários mais dois dias para confirmar, ou não, o evento.

 

A janela de espera pelas melhores ondas termina 15 de marco. O problema é esse inverno começou atrasado, como diz Bernie Baker, surf legend residente nas ilhas desde os anos 70, e que é um dos organizadores da Triple Crown e do Eddie Aikau.

 

O maior swell da temporada aconteceu somente

no dia 10 de janeiro. Normalmente, esses invernos costumam ter outro big swell até o fim de fevereiro.

 

Como em 1997, ano em que o big rider Todd Chesser faleceu no outside de Oahu ao ser pego desprevinido por uma série de 25 pes, lembra Baker.

 

De qualquer maneira, todos os atletas brasileiros estão de olho nos mapas e prontos para a ação. Rodrigo Rezende, Danilo Couto e eu estamos na ilha de Maui. Por enquanto, Carlos Burle e Eraldo Gueiros estão na ilha de Oahu.

 

Os atletas vão receber uma notificação por email da organização, sobre a realização ou não do evento com dois dias de antecedência. Deus nos ajude. Aloha.

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

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