Big riders aguardam swell em Jaws

Duplas de surfistas do mundo inteiro vivem desde o dia 20/12 a expectativa de entrar na água para disputar a Tow In World Cup, principal competição do mundo de surfe rebocado, organizada pelo carioca Rosaldo Cavalcanti.

 

Com a falta de ondas, os surfistas esperam um novo swell para o início de fevereiro.

 

A janela vai até o dia 28/2.  Cavalcanti fala nesta entrevista sobre a ansiedade para o início da competição.
 
Esta temporada tem sido considerada de muita onda. Por que a Tow in World Cup ainda não aconteceu?

Este tipo de evento deixa você nas mãos da natureza e, neste caso, só nos resta ter paciência e esperar pelo dia certo. A Tow In World Cup não pode acontecer qualquer dia. Tem que rolar no melhor e maior dia do inverno havaiano. Este é o nosso objetivo.
 
Fevereiro tem a mesma chance de receber grandes swells que dezembro e janeiro?

 

Estive conversando com alguns locais e todos me garantiram que o maior Jaws (como são chamadas as ondas gigantes) de todos os tempos quebrou num dia 28 de janeiro. Temos de ter paciência e esperar pelo dia certo. Ele vai acontecer. Tenho certeza disso.
 

Como você tem sentido a expectativa dos competidores?

 

Está todo mundo ansioso para ver o campeonato acontecer.
 
Muitos competidores sonham com um circuito mundial de tow in. O que você pensa sobre isso?

 

Acredito que um dia este sonho pode virar realidade, mas vai ser preciso que os surfistas tenham uma atitude mais profissional e que apareçam patrocinadores dispostos a investir alto e correr riscos.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.