Beto Santos usa Sunset como laboratório de testes

#O shaper carioca Beto Santos está desde 11 de fevereiro no Hawaii para curtir umas férias após a ralação de verão. ?O meu objetivo, além de surfar, é me atualizar tecnicamente. Pretendo visitar alguns dos shapers de ponta de lá, tais como Pat Rawson e Eric Arakawa?, diz.

Indagado sobre o que espera nessas visitas técnicas, Beto esclarece: ?Honestamente, não espero muitas surpresas,pois sempre que me trazem uma prancha estrangeira para a oficina, busco sugar tudo que posso em termos de shape. Porém,considero fundamental essa reciclagem, até para ver a estrutura de trabalho dos caras?, informa.

Uma questão comum diz respeito ao funcionamento das pranchas gringas em ondas brasileiras, tanto que é comum surfistas profissionais estrangeiros usarem shapers nacionais na perna brasileira do WCT. Beto relata que sua experiência indica que o que funciona lá fora também resolve bem aqui. A onda de Sunset, lembra o shaper, também tem muitos bumps, a exemplo das ondas brasileiras em dias grandes.

É claro que surfar altas ondas está dentro da prioridade do shaper, tanto que no período que antecedeu a viagem, Beto treinou natação pesado para poder dar conta do surfe havaiano. Agora, é esperar para ver os foguetes que nosso shaper brasileiro fará inspirado no que verá na meca do surfe mundial.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.