No último dia 25 de setembro, a surfista Marina Werneck iniciou uma aventura que durará um mês. O ponto de partida foi sua cidade natal, a capital fluminense. Ela seguirá de carro pelo litoral do Rio até Florianópolis, em Santa Catarina, produzindo vídeos para a internet. A primeira parada foi em Paraty. Na verdade, como diz Marina, foi apenas um “pit stop” antes de seguir para a praia de Itamambuca, em Ubatuba.
Nos próximos dias, Marina visitará as praias de Maresias, Baleia e outras maravilhas do litoral norte de São Paulo. A partir de novembro, os vídeos completos poderão ser assistidos em seu canal.
No dia 25 de outubro, data prevista do término da viagem, a especialista em surfe estará em Florianópolis participando da première do filme Sea/Sun/Flower dos diretores Pablo Aguiar e Manoela D’almeida. Rodado durante 12 dias na Costa Rica, o curta-metragem foi dividido em quatro partes diferentes, onde cada sessão traz consigo uma narrativa com objetivo de demostrar a grande devoção das surfistas Claudia Goncalves, Bárbara Müller, Marina Werneck, Alana Pacelli e Chantalla Furlanetto.
Marina Werneck segue divulgando seu canal na internet, repleto de lindas fotos e as paisagens extraordinárias misturam-se com dicas de alimentação, música, educação ambiental, viagens, rotina de treino, assuntos específicos relacionados ao mundo do surfe e, claro, muitas manobras sobre as ondas. Seu objetivo é revitalizar o surf feminino e ajudar na popularização do esporte no Brasil.
Figura constante nas series do Canal OFF, a musa do esporte, como é carinhosamente conhecida, busca novas experiências dentro e fora do mar, tanto no âmbito profissional, como no socioambiental.
O surf por Marina Werneck
“O que eu mais amo no surf é que ele tem o poder de transformar a vida das pessoas. Comigo foi assim. Eu me apaixonei pelo surf aos 5 anos quando peguei minha primeira onda. Foi uma sensação mágica, de liberdade, que despertou algo muito especial dentro de mim. O surf virou a minha diversão, minha filosofia de vida, uma inspiração”, relembra Marina.
“Comecei a competir com 12 anos e aos 15 me profissionalizei. Rodei o mundo atrás das melhores ondas, fiz parte da Seleção Brasileira, conquistei títulos e fiz muitos amigos. Tudo isso sempre em busca de evolução dentro e fora d’agua. Depois de tantos anos como competidora descobri que a minha relação com o surf vai muito mais além! A intimidade com o mar, a variedade de ondas que gosto de surfar, os diferentes designs de prancha, performance, viagens, cultura, essência, conexão com a natureza. Tudo isso me fez querer mais. Hoje, todo esse conhecimento me transformou em uma especialista em surf. E a minha maior motivação é entender esse universo por completo. E é isso que eu quero fazer para o resto da minha vida”, finaliza.