Além das garotas que vêm ao WCT para curtir o campeonato, um grupo especial formado por belas meninas encanta nos bastidores atuando como promotoras das marcas patrocinadoras da prova.

 

A local de Imbituba Camila Lapolle, 19, estréia no WCT Brasil atuando com promoção e acredita que  trabalhar na prova é uma boa oportunidade para acompanhá-la de perto.

 

“Eu já havia vindo nas outras etapas, mas só para assistir. O trabalho é bem tranquilo, apenas recepcionar os convidados do espaço. Agora, eu assisto a competição de camarote”, comemora a imbitubense.

 

Já a curitibana Rafaela Sales, 23, faz promoção e eventos há dois anos, mas pela primeira vez acompanha uma competição de surf.  “Estou gostando bastante da experiência. É bom para ver tudo de perto”, conta a garota.

 

A felicidade de Rafaela é redobrada, pois no ano passado quando foi assistir a prova em Floripa, deu azar e a competição foi adiada. “Não vi os atletas surfando. Mas, agora estou tirando o atraso”, diz.

 

Ambas fazem coro quando questionadas para quem estão torcendo. “Para os brasileiros, lógico”, afirma Camila.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)