Bagé e Rico são wildcards da Oxbow

Os cariocas Eduardo Bagé e Rico de Souza são os dois wildcards escolhidos pela Oxbow para disputar o mundial que será realizado em Maresias entre os dias 20 e 25 de maio. Como wildcards, estes atletas entram diretamente no round dos 32 melhores.

 

Rico foi o primeiro campeão nacional vencendo o I Festival de Ubatuba em 1972, época em que ainda surfava com pranchinhas. Em 87 venceu a seletiva para o Mundial Amador de Porto Rico onde sagrou-se vice-campeão mundial amador de longboard pela ISA. 

 

No ano seguinte consagrou vice-campeão mundial profissional pela ASP. Até hoje Rico compete nas categorias Masters e Legends, chegando ao pódio com frequência.

Foto: Herbert Passos Neto.

Eduardo Bagé é o novo contratado da Oxbow e ao lado do havaino Duane DeSoto, do australiano Lucas Proudfoot e do norte-americano Zack Howard, fará parte do time da empresa que disputará todas as etapas do WLT.

 

Com o estilo mais polido do Brasil, Bagé une o surf radical e moderno, com uma postura clássica e uma composição impecável sobre a prancha. Seu cutback é um dos mais fortes do ramo, o que lhe valeu vitórias em diversas Expression Sessions.

 

Há anos Bagé vem se colocando entre os melhores do Brasil, sendo o sexto melhor do Brasil no ranking final de 2002.

 

Internacionalmente já chegou junto com uma quarta colocação no mundial da Espanha em 2001 e uma terceira colocação no mundial de Portugal 2002.

 

Local da Barra da Tijuca, Eduardo Fortes tem 25 anos e agora terá todo o suporte da Oxbow para se dedicar de corpo e alma ao WLT.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.