Bacana busca patrocínio

O maranhense Alvaro Bacana faz parte da lista de surfistas que estão sem patrocinador principal.

 

Residente em Santa Catarina há muitos anos, Bacana se vira como pode para disputar as etapas do SuperSurf, Brasil Tour e WQS no Brasil.

 

“É muita ralação, tenho de tirar leite de pedra para conseguir uma grana e viajar para as competições”, diz o atleta.

 

Na última semana, Bacana fez bonito nas sessões de free surf no arquipélago de Fernando de Noronha, botando pra dentro dos canudos pesados e cristalinos da Cacimba e do Boldró.

“Pena que não me dei bem no campeonato, mas fiz a cabeça nos treinos. Noronha é demais, sempre surfo altas quando vou pra lá. O problema é o custo, pois sem patrocínio fica complicado pagar as despesas com passagens, hospedagem, alimentação e a taxa de preservação ambiental. É muita grana”, fala o maranhense.

 

Nesta quarta-feira, Bacana estréia no Costão Pro – Floripa 2006, etapa de nível 6 estrelas do WQS que acontece na praia do Santinho, litoral norte de Florianópolis.

 

“O Santinho é o quintal da minha casa, treino aqui diariamente. Espero fazer bonito na competição e honrar o pico”, finaliza o atleta. 

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De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.