Atletas doam sangue no HemoRio

Algumas das mais de 100 surfistas que participam do Circuito Petrobras de Surfe Feminino, que começa nesta sexta-feira, na Barra, fora ao HemoRio na terça passada para doar sangue.

 

A intenção é incentivar a doação, numa parceria da organização do evento e do HemoRio.

 

Além de estar envolvido na campanha de doação de sangue, o primeiro campeonato exclusivamente feminino do país também faz ações de prevenção da gravidez na adolescência e replantio de vegetação nativa da Barra da Tijuca.

 

É a primeira vez que uma entidade esportiva se mobiliza para uma campanha de doação de sangue no Rio de Janeiro.

 

Foram ao HemoRio Andréa Lopes, tricampeão brasileira; Silvana Lima, líder do ranking do Circuito Petrobras na categoria Profissional; Cris Pires, líder na categoria Longboard; além de Brigitte Meyer, Ana Fagundes, Mariane Kerr e Lídia Lima, mãe da atleta Isabelala Lima, que por ser menor não pode doar sangue mas também queria participar, além da organizadora Laila Werneck.

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.