ASP premia Teco Padaratz

O ASP World Championship Tour (WCT) 2004 começa oficialmente na próxima terça-feira, quando inicia o prazo de realização do Quiksilver Pro, que vai até o dia 14 de março na Gold Coast australiana.

 

Mas, neste sábado a ASP (Association of Surfing Professionals) realiza pela primeira vez na Austrália o Champions Banquet Awards, festa de abertura da temporada. Até o ano passado, a cerimônia no melhor estilo “black-tie” que premia os grandes destaques dos circuitos mundiais era sempre realizada no final do ano no Hawaii.

 

O Brasil terá três surfistas condecorados no Gala Ball Room do Marriot, em Surfers Paradise: o campeão mundial do WQS Neco Padaratz, o campeão mundial Pro Junior Adriano de Souza e a grande novidade é Flávio “Teco” Padaratz, indicado para receber um prêmio especial de “Serviços Prestados ao Esporte”.
 

“O Teco Padaratz está se aposentando da primeira divisão do surfe mundial e receberá não só uma homenagem da ASP pelos 15 anos de uma brilhante carreira competitiva, mas também por ter estabelecido um marco com a entrada efetiva dos brasileiros no Circuito Mundial, colocando o Brasil em condição de uma das potências do esporte, ao lado da Austrália e dos Estados Unidos”, destaca o também catarinense Renato Hickel, diretor de projetos especiais da ASP e gerente-geral do Circuito Mundial WCT.
 
“Ele foi escolhido pela direção da ASP para receber uma homenagem ainda mais importante, a cobiçada “Services to the Sport Awards”, por todo o serviço que ele prestou ao surfe profissional e aos surfistas profissionais como representante da classe na Mesa Executiva da entidade. Fecha portanto com chave-de-ouro mais uma etapa da sua brilhante carreira, adicionando ainda o fato inédito de ser o primeiro surfista profissional da história do esporte a ter adquirido uma licença para promover uma etapa do WCT, o evento da primeira divisão que estreou com grande sucesso no ano passado no litoral catarinense”, explica Hickel.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)