Segue indefinida a situação do paranaense Jihad Khodr, que não compareceu ao exame antidoping na quinta e última etapa do circuito brasileiro profissional, disputada no início de outubro, na Barra da Tijuca (RJ).
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) não aceitou julgar o caso do paranaense, e devolveu o processo à Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp).
Agora, Jihad será julgado pelo conselho executivo da Abrasp, que já abriu um processo disciplinar para apurar o caso.
De acordo com Marcelo Andrade, diretor-executivo da Associação Brasileira, foi dado um prazo de cinco dias para Jihad elaborar sua defesa. A data do julgamento ainda não foi definida.
O paulista Renato Galvão, vice-líder do ranking, espera que as regras da entidade sejam cumpridas. De acordo com o livro, o surfista que não comparece ao antidoping deve ser punido.
A Abrasp só permitiu a realização de um novo antidoping para que o atleta pudesse provar inocência. De qualquer maneira, Jihad seria punido por não comparecer ao primeiro exame.
Galvão pleiteia o título brasileiro, bem como o carro Fox oferecido ao campeão da temporada, que por enquanto está retido pela Abrasp.
Rodrigo Tusca, manager de Jihad, concorda que o livro de regras seja cumprido. ?Mas temos uma defesa baseada no próprio livro que preferimos não revelar?, diz Tusca.
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