A ausência do paranaense Jihad Khodr no exame antidoping realizado na quinta e última etapa do circuito brasileiro ainda gera muita polêmica.
A Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp) entregou o caso ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
O jornalista Marcelo Pires, do jornal Lance, revela ter conversado com uma funcionária do STJD nesta quinta-feira.
A funcionária teria dito que o Tribunal STJD não aceitou julgar o assunto e vai devolver o processo à Abrasp na próxima segunda-feira.
Assim, a decisão de punir ou não Jihad ficaria por conta do conselho executivo da Associação Brasileira de Surf Profissional.
O paulista Renato Galvão, vice-líder do ranking, quer que as regras da entidade sejam cumpridas. De acordo com o livro, o surfista que não comparece ao antidoping deve receber pena máxima.
A Abrasp só permitiu a realização de um novo antidoping por uma questão moral.
Galvão pleiteia o título brasileiro, bem como o carro Fox oferecido ao campeão da temporada, que por enquanto está retido pela Abrasp.
Rodrigo Tusca (manager de Jihad) concorda que o livro de regras seja cumprido. ?Mas temos uma defesa baseada no próprio livro que preferimos não revelar?, diz Tusca.
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