Olá, galera!

 

Começou o brasileiro amador e eu estava feliz até chegar à final. Fiquei em quarto e fui para casa triste. Podia ter conseguido um resultado melhor na categoria Júnior.

 

Mas, o mar não ajudou e, pelo menos, estou na briga pelo título brasileiro e quem sabe por uma vaga na equipe que disputa o Mundial Júnior.

O que gostei foi de conhecer Alagoas. Nunca havia ido para lá e a praia do Francês é bem legal. A pousada em que ficamos é show e, melhor ainda, foi ter viajado de avião, já que até o ano passado a delegação paranaense ia sempre de ônibus.

 

Neste ano, nossa federação conseguiu apoio da Paraná Esporte e viajaremos com mais conforto para as etapas do brasileiro. A segunda etapa rola no Rio de Janeiro e espero me dar bem desta vez.

Antes da etapa carioca do brasileiro, rola a abertura do circuito paranaense em  Matinhos. Nunca venci uma etapa em casa e espero que desta vez consiga ganhar.

 

Já venci campeonatos em outros Estados, mas no Paraná nunca ganhei nada. Vou treinar bastante e torcer para que o mar ajude. Vi na previsão do Waves que entrarão altas ondas nesta semana. Vou treinar com minha prancha grande, uma Canfield 5’7, que usei no Hawaii.

 

Normalmente, uso uma 5’3 que está na hora de trocar. Fui atropelada em Ubatuba e a quilha do cara passou bem em cima da prancha. Já pedi para o meu shaper Rubinho fazer uma nova e só falta escolher as cores e o desenho.

 

beijos

 

Bruna

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)