Oakley WTR

Para o bem da cabeça

Antes considerado como opção para situações isoladas, capacete ganha espaço no mercado do surfe e grandes marcas já investem no desenvolvimento de novos modelos.

Usar capacete para surfar não é exatamente uma novidade. Já tivemos nomes famosos lançando mão do equipamento quando há o risco de bater a cabeça na bancada. Entre eles o bicampeão mundial Tom Carroll, além de Lian MacNamara, que ficou famoso por pegar tubos em Pipe munido de seu capacete, à época, futurístico.

No último Pipeline Pro, 25% dos competidores usaram capacete, e nos Jogos Olímpicos no Taiti, essa porcentagem ultrapassou os 50%. Com alguns dos melhores surfistas do mundo adotando o uso de capacetes, é provável que muitos outros sigam o exemplo.

A lista de surfistas, famosos ou não, que sofreram acidentes graves e que poderiam ter minimizado os danos se estivessem usando capacete é cada vez maior. Aqui no Brasil tivemos o caso recente de João Chianca que se chocou com a bancada de Pipe e saiu da água desacordado.

 Também já tivemos outros casos como Eraldo Gueiros, que saiu do Backdoor com o capacete quebrado, Michaella Fregonese, em Itacoatiara, entre outros. E o mercado já está começando a responder a essa demanda.

O novo capacete WTR da Oakley possui uma camada externa feita de Acrilonitrilo Butadieno Estireno (ABS), um material ultraleve, mas altamente resistente. Pesando menos de 365 gramas, a Oakley afirma que este é um dos capacetes de surfe mais leves disponíveis no mercado.

Caitlin Simmers utilizou um protótipo deste modelo durante sua icônica vitória no Pipeline Pro.

O capacete deverá estar disponível para o público até o final do ano. Ele recebeu uma classificação de 4 estrelas no Laboratório de Capacetes da Virginia Tech, cuja avaliação independente resulta de mais de 15 anos de pesquisa sobre impactos na cabeça em vários esportes, identificando quais capacetes melhor reduzem o risco de concussão cerebral.

Fonte Oakley

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