Três pódios no RJ

Kaylane faz a mala

Em apenas oito dias, Kaylane de Souza conquista três pódios em competições no Rio de Janeiro.

Em oito dias, a surfista de Santos (SP) Kaylane de Souza conquistou três pódios em dois importantes eventos que aconteceram no Rio de Janeiro, de 13 a 21 de agosto. Kaylane ficou em segundo lugar no Bandsports Surf Girls Zinzane (13 e 14), na categoria Longboard Profissional, e chegou até as quartas de final na categoria pranchinha, na Praia da Macumba.

No Aloha Spirit (19 a 21), em Saquarema, a santista foi terceira colocada em duas categorias: Longboard e Sup Wave, essa última estreante no campeonato. Este evento também serviu para definir os representantes brasileiros para o ISA World SUP and Paddleboard Championship 2022.

“Foram dias especiais no Rio de Janeiro. Duas semanas de muito surfe e três pódios, uma fase da minha vida que ficará guardada para sempre em minha mente. Quero deixar registrado um agradecimento especial ao meu amigo, e um dos maiores surfistas do Brasil e do mundo, Picuruta Salazar, que me orientou e passou um pouco de sua experiência nas categorias Longboard e Sup Wave. E eu tenho certeza que não o decepcionei”, comentou Kaylane de Souza.

Kaylane também é dona de um feito inédito, ela é a primeira mulher a se tornar comentarista de surfe dos eventos da Federação de Surf do Estado de São Paulo. Sua estreia aconteceu em 2021, no principal circuito paulista de categorias de base do Brasil, o Hang Loose Surf Attack, que revelou nomes que hoje figuram na elite mundial de surfe como Gabriel Medina, Caio Ibelli, Filipe Toledo, Adriano de Souza, Jessé Mendes, dentre outros surfistas.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.