Brasileiro Profissional

Decisão rola em Navegantes

Etapa final do Circuito Brasileiro da Abrasp acontece entre 20 e 22 de dezembro em Navegantes, litoral norte catarinense.

As ondas de Navegantes serão o palco final do Circuito Brasileiro Profissional em 2019. O Portonave Surf Pro acontece entre 20 e 22 de dezembro e deve reunir cerca de 150 atletas no litoral norte catarinense.

O evento também valerá pontos para o Circuito Catarinense Profissional. Já os amadores terão oportunidade de competir nas categorias Open Feminino, Open Local e Surfe Adaptado. No total, serão entregues R$ 30 mil em premiação.

Para Pedro Falcão, presidente da Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp), encerrar o circuito em Navegantes abre portas para o surfe profissional na região. “Fortalece o esporte e também o município por meio do surfe, modaldiade que está crescendo muito no Brasil agora que já temos três títulos mundiais e caminhamos para o quarto”, comenta Falcão.

A liderança do ranking de 2019 está nas mãos do paulista Igor Moraes. O surfista é seguido de perto por Hizunomê Bettero, que sagrou-se tricampeão estadual paulista no último domingo (24).

As inscrições estão abertas e podem ser feitas aqui. Para mais informações, entre em contato pelos telefones (47) 3065-3980 ou (47) 99952-5802.

O evento tem patrocínio da Portonave e é uma realização da Fundação Municipal de Esportes, Secretaria de Turismo de Navegantes e Evolua Clínica Esportiva em parceria com as associações locais Aeran e Navegantes Surf Club.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.