Margaret River Pro 2025

João e Miguel sobrevivem na Austrália

João Chianca e Miguel Pupo são os únicos brasileiros classificados para as oitavas de final do masculino do Margaret River Pro 2025. Segundo dia da etapa foi marcado por ondas grandes e por oito baixas do Brasil.
Margaret River Pro 2025, Main Break, Austrália

A terça-feira (20) foi de fortes emoções no Margaret River Pro 2025. As ondas ficaram enormes no Oeste da Austrália e o Brasil teve oito surfistas eliminados. Quatro deles foram cortados da elite. As oitavas de final do masculino e do feminino estão definidas e Miguel Pupo, João Chianca e Luana Silva seguem vivos na busca dos títulos. Segundo dia de ação da etapa teve 22 baterias.

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O palco principal da etapa, o Main Break, bombou séries de até 5 metros durante todo o dia. As baterias da repescagem tiveram 35 minutos de duração. Já as 16 disputas do Round 3 masculino foram realizadas de forma simultânea com 40 minutos.

Miguel e João começaram o dia já classificados para o Round 3. Miguel competiu na quarta bateria contra o australiano George Pittar. O brasileiro começou forte. Aos sete minutos ele bateu, depois rasgou e atacou uma junção grande para anotar 8.00 pontos. O australiano estreou aos 12 minutos com 4.83 pontos. George assumiu a liderança aos 23 minutos com rasgada e batida na junção. A performance valeu 7.00 e deixou Miguel na busca de 3.83 para vencer.

O brasileiro reassumiu o primeiro lugar a nove minutos do término. Miguel bateu duas vezes e conquistou 7.27 pontos. George passou a necessitar de 8.27 para vencer. O aussie ainda pegou duas ondas no minuto final, mas ficou longe da virada. Miguel teve tempo de descartar 6.43 pontos. Ele venceu e ficou com a vaga nas oitavas de final. Próximo adversário é o italiano Leonardo Fioravanti, autor do maior somatório do dia, 17.13 pontos (9.00 e 8.13).


João continua no CT – O Margaret River Pro 2025 é a sétima etapa do CT na temporada e após o término apenas os 22 melhores do ranking permanecerão no CT 2025. Miguel começou o dia já classificado, mas João precisava avançar na prova. Ele competiu contra o sul-africano Matthew McGillivray.

João largou com duas notas fracas, mas aos 16 minutos chegou no critério excelente. O brasileiro executou duas rasgadas e uma forte batida para anotar 8.73 pontos. Matthew tentou responder na mesma série, mas caiu no segundo ataque e anotou 2.50 pontos. Aos 24 minutos o sul-africano encaixou duas manobras para se manter próximo de João no somatório com a nota 6.00 pontos.

O sul-africano assumiu a liderança aos 28 minutos. Ele precisava de 3.74 e conquistou 4.83 pontos. João voltou para o primeiro lugar no minuto seguinte com 4.17 pontos. O brasileiro anotou 5.20 a quatro minutos do fim e ampliou a vantagem. Matthew ainda tentou responder, mas a nota 4.87 não evitou sua eliminação. João venceu e encara o australiano Jacob Willcox nas oitavas de final.


Corte da WSL – Após o segundo dia de ação do Margaret River Pro 2025 apenas duas vagas seguem em disputa para a permanência na temporada do CT. O norte-americano Crosby Colapinto (24), os havaiano Jackson Baker e Imaikalani deVault, além dos já eliminados Alejo Muniz (21) e o sul-africano Matthew McGillivray (22) ainda têm chances de permanecer na elite.

Alejo caiu na repescagem para o havaiano Ian Gentil e o australiano Mikey McDonagh. O havaiano abriu o confronto com duas manobras que valeram 7.50 pontos. O brasileiro surfou sua primeira direita no confronto aos quatro minutos. Ele anotou 4.00 com uma batida. O aussie largou com nota fraca, mas aos seis minutos colocou 3.23 no somatório. Ian ampliou um pouco a diferença com 3.93 e aos 21 minutos Mikey surfou um tubo rápido para assumir o segundo lugar com 5.33 pontos.

Mikey trocou nota aos 23 minutos. Ele executou um cutback e uma rasgada para colocar 4.80 no placar. Alejo atuou logo depois. Ele buscava 6.13 para não ser eliminado, mas a rasgada executada valeu apenas 2.90 e não mudou sua situação na bateria. Ian mexeu no somatório a oito minutos do fim com duas batidas, uma delas na junção. A performance valeu 6.83 e ele disparou na frente.

O australiano dificultou ainda mais o caminho do brasileiro. Ele fez três manobras, anotou 5.57 pontos e deixou Alejo na busca de 6.90 para avançar na etapa. O brasileiro pegou uma onda ruim e perto do minuto final teve outra chance. Alejo rasgou duas vezes e bateu na junção. Após a última manobra ele comemorou e foi derrubado pela espuma. Os juízes não consideraram completo o último ataque e os 4.37 não evitaram a eliminação.

Edgard passa pela repescagem e Deivid é cortado – A última bateria da repescagem masculina do Margaret River Pro 2025 definiu o primeiro brasileiro cortado da elite mundial. Deivid Silva sofreu virada de Edgard Groggia a quatro minutos do término da disputa. Com o resultado ele se despediu da etapa e do Championship Tour. Bateria foi vencida pelo norte-americano Crosby Colapinto.

A primeira nota acima de 2 pontos foi conquistada na quinta atuação da bateria. Ela foi surfada por Crosby aos 15 minutos. A rasgada valeu 4.50 pontos e a liderança. Deivid atuou pela quarta vez no duelo aos 17 minutos. Ele rasgou três vezes e foi para o primeiro lugar com 4.00 pontos. Edgard também surfou na série. Ele fez duas curvas, uma perto da junção e foi engolido por uma espuma enorme. A segunda performance dele no confronto valeu 3.33 e ele seguiu na terceira posição.

Crosby voltou para o primeiro lugar aos 19 minutos. O norte-americano executou dois ataques e conquistou 5.50 pontos. Na sequência Deivid usou a prioridade, porém a esquerda não foi boa. Ele até trocou nota, 2.67 por 2.93, porém ela não mudou sua situação no confronto.

Os brasileiros surfaram a quatro minutos do fim. Edgard executou duas boas rasgadas numa onda grande e pulou para o segundo lugar com 6.17 pontos. Deivid pegou uma direita menor e executou três ataques. Ele precisava de 5.50, anotou 4.93 e foi eliminado. Deivid precisava de um bom resultado no evento para ficar entre os 22 melhores do ranking, e a 33ª posição na prova decretou seu corte da elite.

Edgard cai no Round 3 – A história de Edgard Groggia no CT 2025 chegou ao fim na terceira fase. O brasileiro perdeu para o sul-africano Jordy Smith, foi eliminado da etapa e cortado da elite mundial.

Jordy largou com 6.67 pontos, nota conquistada com layback e batida na junção. Edgard respondeu logo depois com uma rasgada. Ele ainda bateu, mas caiu da prancha. A performance valeu 3.33 pontos. O sul-africano ampliou a vantagem no placar aos oito minutos. Ele rasgou, fez um cutback e outra curva na última seção. Ele conquistou 5.83 pontos.

O brasileiro voltou a encarar uma junção pesada aos 13 minutos. Edgard rasgou duas vezes e bateu, mas voltou a cair da prancha. A nota foi 3.93 pontos. Ele passou a buscar 8.57 para vencer.

O sul-africano administrou a vantagem e só surfou mais uma vez no confronto. O brasileiro ainda pegou mais três, mas os 4.60 pontos conquistados na melhor das atuações não mudou sua história no evento. Ele se despediu da prova e da elite mundial, pois não tem mais chances de ficar entre os 22 melhores do ranking após a etapa.

Samuel e Ian também saem do CT – Além de Edgard e Deivid, o Brasil perdeu outros dois surfistas na elite. Samuel Pupo e Ian Gouveia perderam no Round 3 e foram cortados do CT. Samuel foi eliminado pelo norte-americano Jake Marshall.

Jake foi o primeiro a surfar. O norte-americano executou quatro ataques aos três minutos e colocou 6.33 pontos no placar. Samuel respondeu com duas rasgadas. Ele ainda atingiu a junção, mas foi derrubado pela espuma. A atuação valeu 4.67 pontos. O brasileiro voltou a surfar aos 13 minutos. Ele acertou duas rasgadas e caiu na tentativa da terceira. A performance valeu 3.67 pontos.

O surfista dos Estados Unidos voltou para a liderança na metade da disputa. Jake executou uma rasgada e um layback para anotar 6.43 pontos. Samuel usou a prioridade aos 29 minutos. O brasileiro rasgou duas vezes, atingiu uma junção espumada e ainda bateu outras duas vezes para a esquerda. Ele precisava de 8.09, conquistou 5.43 e a diferença caiu para 7.33 pontos.

Samuel não teve mais chances na bateria, foi eliminado do Margaret River Pro 2025 e cortado da elite. Agora ele precisará participar novamente do circuito Challenger Series para retornar à primeira divisão mundial. Jake ainda surfou duas ondas, mas não mexeu no placar. Ele avançou e enfrenta o havaiano Barron Mamiya nas oitavas.

Ian caiu para Barron Mamiya. O havaiano conquistou nota fraca (0.73) no início da bateria e aos três foi bloqueado pelo brasileiro. Barron dropou a direita, mas teve que ir reto para não cometer interferência, porém Ian caiu da prancha na tentativa de uma batida. O brazuca voltou a surfar aos nove minutos e com uma pancada conquistou 3.83 pontos. Logo depois o surfista do Havaí botou pra dentro da esquerda, mas não saiu do tubo.

Os dois surfaram aos 14 minutos. Ian atuou primeiro. Ele rasgou duas vezes antes de cair num ataque à junção. Barron executou um layback e rasgou antes de cair na tentativa da terceira manobra. O brasileiro anotou 6.33 e o havaiano 6.67 pontos. Barron ampliou a vantagem aos 18 minutos com duas rasgadas e uma batida que valeram 6.87 e a liderança.

Aos 25 minutos Barron voltou a conquistar uma nota na casa dos seis pontos (6.00), mas não mexeu no placar. Ian respondeu logo depois, mas precisava de 7.21 para liderar e anotou 6.20 pontos. O brasileiro se manteve ativo e a dois minutos do fim acertou forte batida na junção. Ele comemorou a performance, mas anota 6.73 não mudou sua história no evento. Ian foi eliminado da prova e cortado da elite. Barron avançou às oitavas para encarar o norte-americano Jake Marshall.

Mais baixas brasileiras na etapa – O Round 3 do Margaret River Pro 2025 não começou bem para o Brasil. Yago Dora perdeu para o convidado para a etapa, o australiano Mikey McDonagh, e se despediu da prova na 17ª posição.

Mikey surfou duas ondas em três minutos. O australiano abriu com as notas 0.50 e 2.50 pontos. Yago atuou aos quatro minutos, mas errou a primeira manobra. Na sequência ele foi atingido por uma série de ondas e quebrou a prancha. Os atletas atuaram numa série aos 14 minutos. Mikey usou a prioridade, executou uma rasgada alongada e uma batida na junção. Yago acertou forte pancada na primeira seção e outra na última. O aussie colocou 6.17 no somatório e o brazuca 7.67 pontos.

Yago assumiu a liderança aos 18 minutos. Ele surfou uma esquerda e com dois ataques anotou 3.50 pontos. O brasileiro aumentou um pouco mais a diferença aos 25 minutos quanto trocou 3.50 por 3.63 pontos.

Mikey surfou em busca dos 5.14 pontos que precisava para vencer. O australiano usou a prioridade, executou uma rasgada alongada e uma batida numa junção espumada. A atuação valeu 6.60 e deixou Yago na busca de 5.10 para avançar às oitavas de final. O brasileiro não surfou mais nenhuma onda e foi eliminado.

Líder cai – O líder do ranking também caiu na terceira fase. Depois de terminar as duas etapas iniciais em 17º lugar, nesta terça-feira Italo Ferreira repetiu o resultado no Margaret River Pro 2025. Ele perdeu para vencedor da triagem, o local Jacob Willcox.

Os dois começaram com notas fracas e aos 12 minutos chegaram na casa dos seis pontos. Jacob executou três rasgadas e uma batida na junção para anotar 6.67, e Italo fez um cutback e acertou a junção para conquistar 6.00 pontos. O australiano disparou na frente do placar aos 18 minutos. Jacob usou a prioridade, bateu forte, executou uma rasgada numa seção lenta da onda e fez um leve ataque à junção espumada. Ele anotou 8.33 e deixou Italo na busca de 9.00 para avançar. O brasileiro diminuiu a diferença logo depois com pancada potente na junção. Italo anotou 6.87 pontos e passou a precisar de 8.14 para vencer.

Italo fez mais três tentativas, mas não chegou a mexer no placar e terminou a etapa em 17º lugar. Jacob avançou e enfrenta João Chianca nas oitavas de final.

Filipe fora – Filipe Toledo também caiu no Round 3 do Margaret River Pro 2025. O bicampeão mundial perdeu para o havaiano Jackson Bunch numa disputa de notas baixas.

Filipe atuou primeiro e anotou 3.83 pontos com rasgada e batida. Jackson começou atuando para esquerda. A atuação valeu 3.00 pontos. Aos 17 minutos o havaiano foi pra direita. Ele fez três ataques e assumiu a liderança com 4.33 pontos. O brasileiro voltou para o primeiro lugar com 3.73 e o havaiano passou a buscar 3.23 para vencer.

Jackson passou Filipe no placar aos 25 minutos com forte batida que valeu 4.63 pontos. O brasileiro respondeu com duas rasgadas, mas a nota 3.00 não entrou no somatório e ele seguiu na busca de 5.13 para vencer. Jackson mexeu novamente no placar aos 28 minutos com 4.50 pontos.

Filipe não trocou nota nos últimos 12 minutos de bateria e foi eliminado do Margaret River Pro 2025. Jackson avançou às oitavas para enfrentar o norte-americano Crosby Colapinto.

Próxima chamada e previsão das ondas – A próxima chamada para o Margaret River Pro 2025 acontece nesta terça-feira, às 20h15 (de Brasília). Previsão indica ondas grandes, podem passar dos 5 metros.

Margaret River Pro 2025
Repescagem Masculino

1 Jacob Willcox (AUS) 11.03 x Barron Mamiya (HAV) 9.24 x Ryan Callinan (AUS) 8.20

2 Imaikalani deVault (HAV) 12.50 x Winter Vincent (AUS) 11.64 x Seth Moniz (HAV) 7.76

3 Ian Gentil (HAV) 14.33 x Mikey McDonagh (AUS) 10.90 x Alejo Muniz (BRA) 8.37

4 Crosby Colapinto (EUA) 10.00 x Edgard Groggia (BRA) 9.50 x Deivid Silva (BRA) 8.93
Round 3

1 Mikey McDonagh (AUS) 12.77 x 11.30 Yago Dora (BRA)

2 Griffin Colapinto (EUA) 10.97 x 9.90 Cole Houshmand (EUA)

3 Leonardo Fioravanti (ITA) 17.13 x 13.60 Ian Gentil (HAV)

4 Miguel Pupo (BRA) 15.27 x 11.83 George Pittar (AUS)

5 Kanoa Igarashi (JAP) 13.16 x 7.93 Winter Vincent (AUS)

6 Connor O’Leary (JAP) 14.37 x 13.33 Liam O’Brien (AUS)

7 Jake Marshall (EUA) 12.76 x 10.10 Samuel Pupo (BRA)

8 Barron Mamiya (HAV) 13.54 x 13.06 Ian Gouveia (BRA)

9 Jacob Willcox (AUS) 15.00 x 12.87 Italo Ferreira (BRA)

10 João Chianca (BRA) 13.93 x 10.87 Matthew McGillivray (AFR)

11 Jackson Bunch (HAV) 9.13 x 7.56 Filipe Toledo (BRA)

12 Crosby Colapinto (EUA) 16.00 x 14.33 Ethan Ewing (AUS)

13 Jordy Smith (AFR) 12.50 x 8.53 Edgard Groggia (BRA)

14 Marco Mignot (FRA) 13.67 x 12.80 Joel Vaughan (AUS)

15 Alan Cleland (MEX) 13.40 x 10.50 Rio Waida (IDN)

16 Imaikalani deVault (HAV) 14.33 x 11.33 Jack Robinson (AUS)

Oitavas de final

1 Mikey McDonagh (AUS) x Griffin Colapinto (EUA)

2 Leonardo Fioravanti (ITA) x Miguel Pupo (BRA)

3 Kanoa Igarashi (JAP) x Connor O’Leary (JAP)

4 Jake Marshall (EUA) x Barron Mamiya (HAV)

5 Jacob Willcox (AUS) x João Chianca (BRA)

6 Jackson Bunch (HAV) x Crosby Colapinto (EUA)

7 Jordy Smith (AFR) x Marco Mignot (FRA)

8 Alan Cleland (MEX) x Imaikalani deVault (HAV)

Repescagem Feminino

1 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 8.84 x Sally Fitzgibbons (AUS) 8.33 x Willow Hardy (AUS) 7.97

2 Erin Brooks (CAN) 11.50 x Lakey Peterson (EUA) 10.27 x Nadia Erostarbe (ESP) 4.47

Oitavas de final

1 Molly Picklum (AUS) x Bella Kenworthy (EUA)

2 Caroline Marks (EUA) x Bronte Macaulay (AUS)

3 Caitlin Simmers (EUA) x Brisa Hennessy (CRI)

4 Luana Silva (BRA) x Erin Brooks (CAN)

5 Gabriela Bryan (HAV) x Sally Fitzgibbons (AUS)

6 Sawyer Lindblad (EUA) x Bettylou Sakura Johnson (HAV)

7 Isabella Nichols (AUS) x Vahine Fierro (FRA)

8 Tyler Wright (AUS) x Lakey Peterson (EUA)

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    Oito anos depois de entrar para a história do surfe de ondas gigantes, Rodrigo Koxa volta a viver a expectativa de alcançar o topo. O brasileiro é o protagonista de DÉJÀ VU, curta-metragem documental que acompanha o período de espera por mais um possível momento histórico de sua carreira. Finalista do Big Wave Challenge 2026 na categoria Maior Onda Masculina, Koxa disputa o prêmio depois de surfar uma onda em Nazaré, Portugal, cuja medição preliminar chegou a 29,15 metros. O resultado oficial será apresentado no dia 19 de setembro, durante a cerimônia da premiação no Lido Theatre, em Newport Beach, Califórnia, nos Estados Unidos. Mais do que acompanhar a disputa por um título, DÉJÀ VU mergulha justamente no período de espera que antecede a definição. Entre ansiedade, memórias, preparação e expectativa, o filme mostra Koxa novamente diante da possibilidade de alcançar um lugar que já ocupou. Em 2018, o brasileiro recebeu o reconhecimento do Guinness World Records pela maior onda já surfada, depois de descer uma onda de 80 pés (24,38 metros) em Nazaré. A marca permaneceu como recorde mundial até ser superada, em 2022, pelo alemão Sebastian Steudtner, que surfou uma onda de 86 pés (26,21 metros). Agora, a nova onda de Koxa pode colocá-lo novamente na disputa pelo posto. Caso a medição oficial confirme os 29,15 metros registrados preliminarmente e sejam atendidos os critérios aplicáveis, o brasileiro poderá conquistar o título de maior onda da temporada e voltar a disputar o recorde mundial. “Estava muito na expectativa de ver minha onda nessa final. Vou trazer de volta esse título de maior da temporada. Foi uma onda diferente em dezembro, surfada do pico até a base, até o final eu estava na adrenalina e na dúvida se conseguiria completar pelo nível de dificuldade.” Rodrigo Koxa Na disputa pelo prêmio também estão outros dois nomes que surfaram ondas em Nazaré: o brasileiro Lucas Chumbo e o francês Clement Roseyro. Por dentro de Déjà Vu Produzido por Rodrigo Koxa e Maskavo Filmes, DÉJÀ VU tem direção de Fábio Webber e edição assinada por Koxa e Webber. O documentário reúne relatos de pessoas que acompanham de perto a trajetória do surfista. Participam do filme Aline Cacozzi, esposa de Koxa; Vitor Faria, parceiro de ondas gigantes; Thiago Jacaré, coordenador do Big Wave Brasil; e Paulo Vinícius, designer. “Estou muito confiante em ter essa medição homologada e recuperar também esse recorde mundial. Agradeço a torcida da galera e peço a todos boas energias, que isso faz toda a diferença!” Rodrigo Koxa Aos 46 anos, Koxa se vê novamente diante da possibilidade de viver uma conquista que já fez parte de sua história. Oito anos depois de entrar para a história, a expectativa está de volta. A pressão também. E é justamente essa sensação que dá nome ao filme: DÉJÀ VU. Um déjà vu que pode terminar com um novo capítulo na história do surfe de ondas gigantes.

    Documentário acompanha Rodrigo Koxa nos bastidores da expectativa por um novo recorde mundial após o brasileiro surfar uma onda de 29,15 metros em Nazaré.

    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta quarta-feira (25), às 16h (de Brasília). A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. A janela segue até 4 de setembro. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Fiji A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Em inglês: Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Cole Houshmand (EUA) 15.17 x 12.70 Ethan Ewing (AUS)3 – Yago Dora (BRA) 15.40 x 13.67 Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.27 x 11.66 Alan Cleland (MEX)5 – Morgan Cibilic (AUS) 14.34 x 13.17 João Chianca (BRA)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) 11.06 x 9.17 Eli Hanneman (HAV)7 – Callum Robson (AUS) 9.10 x 8.94 Liam O’Brien (AUS)8 – Jake Marshall (EUA) 13.17 x 7.33 George Pittar (AUS)9 – Italo Ferreira (BRA) 12.70 x 10.56 Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) 16.40 x 16.00 Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) 13.50 x 12.73 Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) 15.17 x 9.73 Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) 12.26 x 10.70 Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) 16.17 x 10.43 Crosby Colapinto (EUA)15 – Barron Mamiya (HAV) 13.87 x 10.50 Jack Robinson (AUS)16 – Gabriel Medina (BRA) 13.94 x 9.83 Joel Vaughan (AUS) Round 3 1 – Seth Moniz (HAV) x Cole Houshmand (EUA)2 – Yago Dora (BRA) x Kanoa Igarashi (JAP)3 – Morgan Cibilic (AUS) x Leonardo Fioravanti (ITA)4 – Callum Robson (AUS) x Jake Marshall (EUA)5 – Italo Ferreira (BRA) x Connor O’Leary (JAP)6 – Samuel Pupo (BRA) x Griffin Colapinto (EUA)7 – Miguel Pupo (BRA) x Kauli Vaast (FRA)8 – Barron Mamiya (HAV) x Gabriel Medina (BRA) Quartas de final 1 – vencedor da bateria 1 do Round 3 x vencedor da bateria 2 do Round 32 – vencedor da bateria 3 do Round 3 x vencedor da bateria 4 do Round 33 – vencedor da bateria 5 do Round 3 x vencedor da bateria 6 do Round 34 – vencedor da bateria 7 do Round 3 x vencedor da bateria 8 do Round 3 Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) 12.13 x 11.50 Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 14.60 x 9.00 Luana Silva (BRA)3 – Vahine Fierro (FRA) 11.67 x 10.43 Sawyer Lindblad (EUA)4 – Erin Brooks (CAN) 10.83 x 6.00 Caroline Marks (EUA)5 – Gabriela Bryan (HAV) x Yolanda Hopkins (POR)6 – Nadia Erostarbe (ESP) x Isabella Nichols (AUS)7 – Molly Picklum (AUS) x Brisa Hennessy (CRC)8 – Lakey Peterson (EUA) x Francisca Veselko (POR) Quartas de final 1 – Carissa Moore (HAV) x Bettylou Sakura Johnson (HAV)2 – Vahine Fierro (FRA) x Erin Brooks (CAN)3 – vencedora da bateria 5 do Round 2 x vencedora da bateria 6 do Round 24 – vencedora da bateria 7 do Round 2 x vencedora da bateria 8 do Round 2

    Próxima chamada nesta quarta-feira (2) às 16h (de Brasília). Confira a transmissão ao vivo do Fiji Pro 2026, direto de Cloudbreak, e participe dos debates em nosso fórum.​

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.

    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) 12.00 x 12.34 Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) 12.10 x 9.04 Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) 10.33 x 11.66 Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) 6.66 x 7.67 Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) 14.00 x 9.10 João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) 2.10 x 13.66 George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) 8.46 x 15.00 Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) 16.67 x 15.17 Miguel Pupo (BRA) Quartas de final 1 Alan Cleland (MEX) 1.50 x 13.66 Seth Moniz (HAV)2 Italo Ferreira (BRA) 15.50 x 11.94 Ethan Ewing (AUS)3 Ramzi Boukhiam (MAR) 17.74 x 8.84 George Pittar (AUS)4 Jack Robinson (AUS) 11.50 x 11.83 Griffin Colapinto (EUA) Semifinais 1 Seth Moniz (HAV) 15.76 x 13.83 Italo Ferreira (BRA)2 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.37 x 15.40 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 Seth Moniz (HAV) 18.17 x 14.67 Griffin Colapinto (EUA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Moore (HAV) 8.90 x 11.83 Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) 9.50 x 3.56 Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) 6.67 x 7.16 Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) 4.73 x 4.90 Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) 1.46 x 12.73 Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) 5.50 x 8.27 Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) 3.97 x 10.17 Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) 13.50 x 1.33 Brisa Hennessy (CRC) Quartas de final 1 Erin Brooks (CAN) 13.50 x 3.27 Molly Picklum (AUS)2 Isabella Nichols (AUS) 7.83 x 7.26 Nadia Erostarbe (ESP)3 Anat Lelior (ISR) 9.50 x 6.53 Kelia Gallina (TAH)4 Yolanda Hopkins (POR) 12.33 x 6.90 Caity Simmers (EUA) Semifinais 1 Erin Brooks (CAN) 15.10 x 11.17 Isabella Nichols (AUS)2 Anat Lelior (ISR) 12.50 x 3.43 Yolanda Hopkins (POR) Final 1 Erin Brooks (CAN) 17.20 x 16.33 Anat Lelior (ISR))

    Confira ao vivo o Outerknown Tahiti Pro 2026 e participe dos comentários e debates no nosso fórum, durante as etapas da WSL.

    Etapa Natal chegou ao fim neste domingo nas areias da Praia de Miami com vitórias de Daniella Rosas e Douglas Silva. Com status QS 4.000 da World Surf League (WSL), a etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as Quartas de Final masculina, seguidas pelas Semifinais nos dois naipes, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas as categorias, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral potiguar. Douglas Silva desbanca líder do ranking para celebrar a vitória Em um duelo entre Santa Catarina e Pernambuco, Douglas Silva (BRA) conquistou sua primeira vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe, superando o catarinense Luan Wood (BRA), líder do ranking do QS sul-americano e do Circuito BB, embalado pelo título da etapa de Imbituba. Em uma final eletrizante na Praia de Miami, Douglas começou forte e abriu a disputa com uma onda 8,50, e Luan respondeu logo na sequência, marcando 8,07 pontos ao trabalhar muito bem as manobras de base-lip. Luan precisava de 7,14 pontos para virar o resultado e ainda teve uma última oportunidade quando os dois surfistas conseguiram pegar ondas a menos de 30 segundos do fim, mas o  catarinense recebeu 6,50 e não conseguiu a virada, confirmando Douglas Silva como grande campeão da etapa de Natal. “Primeiramente, agradecer a Deus por esse momento. Estou muito feliz, estava me sentindo bem desde o começo do evento. Estava leve. Quero agradecer a todos pela torcida, aos meus patrocinadores que acreditam no meu sonho e no meu futuro, ao meu coach Alan… Aproveitar pra dar um feliz Dia dos Pais pra todo mundo. Muito feliz de sair com a primeira vitória no Circuito BB. Seguir firme e forte trabalhando, o trabalho não para”, celebra o campeão, que completa: “Eu sempre falo pra todo mundo que nossa vida é ganha nos mínimos detalhes e é algo que eu tenho trabalhado bastante com meu coach. Estamos ajudando muito isso. 1% melhor a cada dia. Deus colocou pessoas boas na minha vida e está dando certo. A gente trabalha todos os dias para que dê certo e a gente está colhendo os resultados“. Trajetória impecável começa nas semifinais As semifinais masculinas do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocaram frente a frente dois dos surfistas que mais se destacaram no evento. Douglas Silva eliminou o campeão da etapa de 2025, Israel Junior (BRA), por 16,84 a 12,67 pontos, deixando o potiguar em combinação. O duelo foi marcado pelo confronto entre dois aerialistas: Israel ainda arriscou mais um superman, repetindo o feito das quartas, mas foi Douglas quem construiu a vitória com um surfe de borda muito forte, tanto de backside quanto de frontside, garantindo duas notas de critério excelente (8,67 e 8,17).  Em grande fase, Douglas chegou à decisão com uma campanha praticamente perfeita em Natal. Antes da final, Dodô já mostrava confiança em suas declarações:  “Eu tô muito leve, muito tranquilo. Eu realmente vim aqui pra sair com o título, estou muito focado nessa etapa (…) Essa é minha meta“. Na semifinal anterior, Luan Wood confirmou o favoritismo e superou Rafael Barbosa (BRA) por 14,70 a 13,67, garantindo vaga na decisão. Luan chegou a Natal na liderança do ranking depois das duas primeiras etapas e vinha de uma sequência consistente: no sábado, venceu suas duas baterias, incluindo uma onda 7,67 que foi decisiva para avançar às quartas. Rafael também chegou forte, ocupando posição de destaque no ranking e tendo como antecedente recente um duelo apertado contra Luan. A vitória colocou Luan na final contra Douglas, em um confronto que reúne o líder do QS sul-americano e o atleta que chega embalado por um dos melhores momentos da temporada. Peruana supera Maria Eduarda Cesar e conquista o título  A final feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocou frente a frente experiência e nova geração. De um lado, Maria Eduarda Cesar (BRA), uma das promessas do surfe brasileiro com apenas 18 anos, disputando a primeira final de sua carreira no Circuito BB. Do outro, a peruana Daniella Rosas (PER), atleta olímpica, tricampeã sul-americana da WSL e atual campeã do circuito Banco do Brasil, que chegou à segunda final em duas etapas disputadas em 2026. Em 2025, Daniella foi ainda campeã em São Sebastião e em Imbituba. Em uma decisão de 30 minutos, Dani venceu por 9,07 a 9,84 pontos, administrando bem a escolha das ondas e a prioridade nos minutos finais. Duda apostou principalmente nas direitas em frente ao palanque, mas a peruana foi mais eficiente na leitura do mar. O resultado reforça a consistência de Daniella em eventos no Brasil.  “Estou super agradecida. Poder ganhar aqui é super especial. Venho de uma sequência não muito boa no Challenger, mas estou feliz de poder ganhar aqui. Em Imbituba não foi meu grande dia (na final contra a Sophia Medina), e aqui fiquei o mais tranquila possível e ajustei meus erros. Estou feliz e agradecida”, celebra a campeã, que projeta os próximos passos:  “Agora vou pra casa, porque faz muito tempo que não vou pra lá. Saio para a Espanha, depois volto para o Brasil para a etapa do Espírito Santo… Tenho bons resultados no Brasil e quero manter isso constante. Estou totalmente focada nos Challengers. Esse ano me sinto muito melhor, estou super feliz em todos os sentidos. Agradecida de estar aqui, de ganhar aqui. A verdade é que estou muito feliz”, finaliza Dani.  Atleta BB, Tainá Hinckel (BRA) e Alexia Monteiro (BRA) encerraram suas participações na semifinal, terminando o evento em terceiro lugar no geral.  Resultados Circuito Banco do Brasil de Surfe em Etapa Natal Masculino Quartas de final 1 Luan Wood (BRA) 11.60 x 8.70 Wesley Leite (BRA)2 Rafael Barbosa (BRA) 13.50 x 12.23 Gabriel Klaussner (BRA)3 Israel Junior (BRA) 14.00 x 12.03 Ryan Kainalo (BRA)4 Douglas Silva (BRA) 15.10 x

    Pernambucano Douglas Silva conquista primeira vitória no Circuito Banco do Brasil, e peruana Daniella Rosas vence no feminino na etapa de Natal, disputada na Praia de Miami (RN).

    A Defesa Civil mantém alertas para ventos fortes nesta sexta-feira (7) em áreas do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, com rajadas que podem chegar a 100 km/h no litoral paulista. A situação já provocou ventos de 97,2 km/h em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, durante a noite de quinta-feira (6). Clique aqui para ver a previsão das ondas em SP Clique aqui para ver a previsão das ondas no RJ No estado de São Paulo, a previsão é de alerta vermelho nesta sexta e no sábado (8), com destaque para o litoral, a faixa leste e regiões de serra. A Defesa Civil chegou a enviar alertas severos aos celulares da população do litoral sul e da Baixada Santista até Bertioga. A força do vento já pôde ser sentida em diferentes pontos da costa paulista. Além dos 97,2 km/h registrados em Itanhaém na noite de quinta, os ventos chegaram a 90 km/h em Mongaguá no período noturno. Na manhã desta sexta, Caraguatatuba registrou rajadas de 49,3 km/h. Também houve registros de 37,6 km/h em Santos, 36,7 km/h em Cananéia, 31,2 km/h em Mongaguá e 31,1 km/h em Ilhabela. A Baixada Santista está entre as regiões com previsão de ventos fortes e maior risco no estado. Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba suspenderam as aulas da rede pública nesta sexta-feira. Segundo a Defesa Civil, a ventania pode provocar queda de árvores e placas, destelhamentos, interrupções no fornecimento de energia, dificuldades no tráfego, impactos em aeroportos e agitação marítima. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Agência SP (@agenciaspoficial) Rio de Janeiro também recebe alerta No Rio de Janeiro, a Defesa Civil estadual também emitiu um alerta severo para ventos e chuva forte na manhã desta sexta-feira. A mensagem enviada aos celulares alertou para vento forte nas próximas horas e orientou a população a evitar deslocamentos. A cidade do Rio entrou em Estágio 2 ainda na noite de quinta-feira, diante da previsão de intensificação dos ventos entre quinta e domingo (9). As aulas das redes municipal e estadual foram suspensas nesta sexta por precaução. As condições para um vendaval se intensificaram com a combinação entre um ciclone e uma frente fria, e os ventos podem passar dos 90 km/h na Região Metropolitana do Rio. Para esta sexta, a previsão indica rajadas fortes, entre 52 e 76 km/h, e muito fortes, acima de 76 km/h, a partir da manhã. Atenção redobrada no litoral A ventania está associada à chegada de um ciclone extratropical à região Sul do país e exige atenção especial de quem está no litoral. Além dos ventos fortes, há previsão de ressaca. No estado de São Paulo, nove das 16 regiões administrativas estão em alerta vermelho, incluindo Santos e o Vale do Paraíba e litoral norte. Além dos riscos provocados pelo vento em terra, a Defesa Civil paulista inclui a agitação marítima entre os possíveis impactos das condições meteorológicas. O cenário reforça a necessidade de atenção de quem pretende frequentar praias ou realizar atividades no mar durante o período de maior intensidade dos ventos. No domingo (9), a previsão para São Paulo passa para alerta amarelo, com as rajadas se deslocando gradualmente em direção ao Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Corpo de Bombeiros Militar/ RJ (@corpodebombeiros_rj)

    Litoral paulista está entre as áreas de maior atenção nesta sexta-feira (7), enquanto Rio de Janeiro também recebe alerta para ventos fortes. Rajadas já chegaram a 97,2 km/h em Itanhaém.